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Aluna de Suzano vence concurso de Desenhos da Fundação Japão

O concurso de desenhos trouxe o tema “O Japão que eu quero aqui” e selecionou trabalhos de alunos que estudam a língua japonesa no ensino fundamental e médio de todo o país.

O Diário
27/12/2022 às 10:10.
Atualizado em 27/12/2022 às 10:12

O desenho de Sophia, que foi o vencedor e integrará o calendário, mostra um semáforo acessível, com sinal sonoro (Divulgação - Fundação Japão)

Uma aluna de apenas 9 anos de Suzano foi a vencedora do concurso de Desenhos da Fundação Japão em 2022. A estudante Sophia Amorim Ribeiro Marques, estudante do CENIBRAS - Centro Educacional Nipo-Brasileiro Suzano, em Suzano, foi a escolhida entre os 1.144 inscritos no tradicional concurso de desenho. 

Este ano, o tema foi “O Japão que eu quero aqui”, com a proposta de desenhar algum aspecto ou algo do Japão que desejassem ter em sua casa ou cidade. 

Os inscritos no concurso foram provenientes de 44 escolas públicas e privadas dos estados do Amazonas, Paraná, Rio Grande de Sul, São Paulo e Distrito Federal que enviaram os seus desenhos elaborados por meio de pesquisa sobre o Japão na internet, em livros, filmes ou vídeos. 

O concurso, criado há 23 anos, é realizado entre alunos que estudam japonês em escolas de ensino fundamental e médio. 

Além do trabalho de Sophia, outros 11 desenhos, totalizando 12 trabalhos, ilustrarão o calendário oficial de 2023 da Fundação Japão. Foram também selecionados 108 desenhos para receber prêmio de menção honrosa poderão ser conhecidos no site da Fundação Japão

Os desenhos selecionados ilustrarão calendários virtuais, que poderão ser baixados livremente on-line e customizados a partir dos trabalhos finalistas e entre aqueles que receberam menção honrosa. 

O trabalho vencedor
 
A aluna vencedora foi Sophia Amorim Ribeiro Marques, de 9 anos, que estuda no Centro Educacional Nipo-Brasileiro Suzano (CENIBRAS), no município de Suzano, na grande São Paulo. Ao lado de seu trabalho, outros 11 finalistas ilustrarão o calendário de 2023 da Fundação Japão.

Esta foi a segunda vez que a aluna participou do Concurso da Fundação Japão, e teve a ideia de seu desenho a partir de um vídeo assistido na aula de japonês na escola.

“No vídeo com coisas sobre o Japão, eu achei muito legal a ideia do semáforo que ajuda os deficientes visuais. Seria muito legal se tivesse esse tipo de semáforo no Brasil”, explicou a aluna, que fez um desenho de um semáforo, que emite um sinal sonoro alertando quando é seguro atravessar.

No Japão, mais de 80% dos sinais de pedestres são acessíveis, segundo pesquisa realizada pelo jornal Mainichi Shimbun no final de 2020.

Para Sophia, que não é descendente de japoneses, este não é o único atrativo do país.

“Estou conhecendo a cultura japonesa na escola, e tenho vontade de conhecer porque parece ser um país muito bonito e moderno”, revela. 

Enquanto isso não acontece, a aluna segue conhecendo a língua e a cultura japonesa por meio das aulas e de eventos ligados à comunidade nikkei.

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