ELEIÇOES

Professora universitária será candidata a vice-prefeita de Mogi

ELEIÇÕES Da área de inovação, Priscila Yamagami Kähler vai disputar o cargo pelo PODE. (Foto: divulgação - Éder Vega)
ELEIÇÕES Da área de inovação, Priscila Yamagami Kähler vai disputar o cargo pelo PODE. (Foto: divulgação – Éder Vega)

Uma professora paulistana, que viveu a maior parte do tempo em Suzano e reside em Mogi há cerca de duas décadas, Priscila Yamagami Kähler, 48 anos, foi anunciada, ontem, como pré-candidata a vice-prefeita na chapa encabeçada pelo vereador e pré-candidato a prefeito de Mogi, Caio Cunha (PODE).

A ex-coordenadora de cursos da UBC por 14 anos e atual professora e responsável pelos projetos de Empreendedorismo e Inovação da Fatec de Mogi, onde atua desde 2013, Priscila, casada com o mogiano, Reinaldo Kähler, e mãe de Yane, de 10 anos, é daquelas pessoas ativas, que nunca param e que já avisou seu companheiro de chapa: “Se eleitos, Mogi terá dois prefeitos”, porque não é de seu estilo ficar parada, vendo a vida passar.

Caio diz que aceitou o desafio e garante que era isso justamente o que esperava dela, “uma vice empreendedora, que pensa ‘fora da caixa’, que não se conforma com o status quo, e que, por isso mesmo, está sempre inovando, preocupada com o justo e correto; uma pessoa que não tem receio de enfrentar desafios, desde que eles resultem em mudanças inovadoras para a cidade”.

Mais ligada aos projetos de inovação e empreendedorismo na área da Educação, Priscila diz que se apaixonou pela “política do bem”, durante um curso de Filosofia, em 2018, ano em que também foi chamada para atuar junto à Escola de Governo da Prefeitura de Mogi. Empolgada, ela não pensou duas vezes, quando se deparou com um anúncio na web de um curso de formação política promovido pelo vereador Caio Cunha, por meio do movimento Vamos Ocupar a Cidade (VOC). Poucos dias depois, ela que sempre foi protagonista nas salas de aula, estava de volta aos bancos escolares, na condição de alunado cursinho preparatório de lideranças políticas da cidade.

A aluna do VOC não durou muito tempo na Escola de Governo, da qual se desligou no ano seguinte, mas suas características de líder logo se destacaram entre os colegas de curso, que passaram a admirar as ideias sempre inovadoras trazidas por ela para as reuniões e debates. Não demorou muito para que chegasse aos ouvidos de Caio o seguinte mote: “Nossa vice é a Pri”. O já pré-candidato não se perturbou e “se a voz do povo é a voz de Deus”, o convite acabou feito e ela o aceitou, “com friozinho na barriga e coração na boca”.

Começava ali a transformação das discussões do curso nos primeiros passos de um plano para a cidade, onde ela pretende envolver cada vez mais os players, como ela denomina os líderes mais influentes de diferentes segmentos da cidade, na busca de “articular esses atores como pessoas de inovação em favor do desenvolvimento de Mogi”. Sua meta é unir o tripé formado por mercado, setor produtivo e áreas pública/acadêmica num projeto para construção da “Mogi que a gente quer”.

“Já disse ao Caio que não aguento ficar paradinha na foto; quero trabalhar pela efetivação desse projeto. As pessoas da cidade estão esperando por isso, por qualidade de vida. Vou dar muito trabalho a ele”, promete.


Deixe seu comentário