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JUSTIÇA EM MOGI

Réu identificado por DNA é condenado a 33 anos por estuprar e matar estudante

Em 2019, exames de DNA permitiram elucidação de crimes: Claudionor dos Santos estuprou e matou Pamela Aparecida da Silva, de 14 anos, em 2010

O DiárioPublicado em 28/08/2021 às 11:53Atualizado há 25 dias

Denunciado pelo Ministério Público de São Paulo em 2019 e submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri em Mogi das Cruzes nesta sexta-feira (27), Claudionor dos Santos foi condenado às penas de 21 anos por crime de homicídio qualificado e de mais 12 anos por estupro contra menor de 18 anos. 

Em 2010, o réu violentou e matou a adolescente Pamela Aparecida da Silva, de 14 anos que estava a caminho da escola e residia na Vila Estação. O crime aconteceu na rua Santa Virgínia, e foi investigado e elucidado pela equipe do delegado Rubens José Ângelo, do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), de Mogi das Cruzes. A equipe descobriu que Claudionor era vizinho de Pamela Aparecida da Silva.

Durante as investigações, amostras de DNA foram coletados no corpo e das roupas da vítima, levando à conclusão de que o autor era do sexo masculino. Na ocasião, não foram colhidos indícios de autoria dos crimes, o que levou ao arquivamento do inquérito policial. 

Santos, que já possuía condenações definitivas por crimes de atentado violento ao pudor (anterior) e estupro e roubo (posteriores), teve seu material genético coletado no sistema prisional e inserido no banco de dados.

Em 2019, constatou-se a coincidência entre o perfil genético do réu e as amostras, informação levada ao MPSP pelo Instituto de Criminalística (O G1 de Mogi das Cruzes noticiou o resultado deste laudo)  À época dos crimes praticados contra a adolescente, Santos usufruía do benefício da saída temporária. Ele havia sido preso em 2012, acusado de ter estuprado a enteada.

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