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CRIME AMBIENTAL

Balão em chamas cai perto de condomínio em Mogi; assista ao vídeo

Ocorrência não registrou feridos ou incêndio na Vila Suíssa, mas Prefeitura de Mogi destaca que a prática deve ser denunciada e ainda ressaltou ações para prevenção e combate da soltura na cidade

O Diário
11/07/2022 às 15:15.
Atualizado em 11/07/2022 às 16:00

Em vídeo é possível observar o momento em que um balão em chamas cai em cima de um prédio, próximo de um condomínio na Vila Suíssa, em Mogi das Cruzes. As imagens foram registradas por Daniela Villar na tarde deste sábado (9), que se assustou com a proximidade do artefato, sabendo dos riscos de incêndio e de um outro problema típico nesta época do ano: a disputa pelo que sobra do balão feita por grupos de baloeiros. A O Diário, a Prefeitura de Mogi enfatizou o perigo da prática, reforçando sobre as ações vigentes para o combate através da Patrulha Rural e Ambiental, da Guarda Municipal.

Momentos antes da queda, ainda no flagrante, é possível identificar um grupo de pessoas subindo no muro, na tentativa de recuperar o que é disputado após a queda do objeto para a fabricação futura de outros balões. Grupos soltam e disputam a chamada "cangalha", a estrutura onde os fogos são dispostos no interior do equipamento que costuma ser solto nos meses de junho, julho e agosto, por causa das condições favoráveis do vento.

Apesar do tamanho das chamas assustares, não houve incêndio registrado e nenhum ferido na ocasião, segundo apurou O Diário.

 “A soltura de balões trata-se de um crime cujo combate é realizado pela Guarda Municipal, por meio da Patrulha Ambiental, e pela Polícia Militar, por meio da Polícia Ambiental”, esclareceu a Prefeitura que, na semana passada, já havia agido contra esse mesmo problema, como reportagem de O Diário registrou (acesse e leia). 

O trabalho é desenvolvido por meio de patrulhamento em áreas de proteção ambiental e de proteção permanente, além da verificação de denúncias apresentadas pela população.

“A Secretaria Municipal de Segurança destaca que a prática deve ser evitada, combatida e denunciada, uma vez que coloca em risco o meio ambiente, podendo causar incêndios em áreas de proteção, a saúde da população e até mesmo a vida das pessoas na área urbana e rural, além de  prejuízos materiais que podem ocorrer”, enfatiza a pasta.

Além da prática de soltar balões, a fabricação, venda e transporte do artefato, também são considerados crimes ambientais que resultam em multas de R$ 10 mil, em caso de flagrante, e a prisão de até três anos.

Denúncias devem ser feitas pelo telefone 190, da Polícia Militar, ou 153, da Guarda Municipal.

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