CARTAS

Os vãos e as vítimas

Já passou da hora de alguém tomar providências para se resolver de vez o problema dos espaços existentes entre as plataformas das estações da CPTM e a porta das composições que servem à região Leste da Grande São Paulo. Dias atrás, vi as estatísticas publicadas por este jornal e fiquei impressionado com os números de quedas registradas pela própria empresa, que fala em planos para resolver os casos de maneira vaga e imprecisa.

É impressionante que um problema tão antigo e que já fez tantas vítimas continue presente no dia a dia de idosos, crianças e deficientes físicos, principais vítimas dos “buracos” que se formam entre as estações e o interior dos trens de subúrbio.

Se tais obras demandassem milhões ou bilhões, ainda haveria alguma desculpa. Mas não é exatamente isso que acontece e, portanto, nada justifica tamanho atraso na solução dessas deficiências.

Com a palavra, o presidente da CPTM, ou o governador do Estado.

Geraldo Assunção Camargo

geraldo.camargo@gmail.com


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