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EDITORIAL

Parque da exposição de Bittencourt merece mais cuidado

Editorial aborda a oportuna exposição das obras do artista e escultor Lucio Bittencourt no Centenário, onde há cuidados especiais a serem tomados para manter o local como cartão posta de Mogi

O Diário
18/01/2022 às 07:20.
Atualizado em 18/01/2022 às 07:21

Obras de Lucio Bittencourt estão expostas no Parque Centenário (Divulgação - PMMC)

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EDITORIAL

Parque da exposição de Bittencourt merece mais cuidado

Editorial aborda a oportuna exposição das obras do artista e escultor Lucio Bittencourt no Centenário, onde há cuidados especiais a serem tomados para manter o local como cartão posta de Mogi

O Diário
18/01/2022 às 07:20.
Atualizado em 18/01/2022 às 07:21

Obras de Lucio Bittencourt estão expostas no Parque Centenário (Divulgação - PMMC)

Os moradores de Mogi das Cruzes e demais cidades do Alto Tietê têm um um motivo muito especial para uma visita ao Parque Centenário da Imigração Japonesa, no distrito de César de Souza.

Lá, até o próximo dia 30 deste mês, estarão expostas  pelo menos três dezenas de obras do artista mogiano, nascido no bairro da Volta Fria, Lucio Bittencourt, um especialista em dar vida a peças de metal  e sucata, de todos os tipos e tamanhos, transformando-as em animais gigantescos ou em obras abstratas, que os visitantes do Parque Centenário poderão tentar entender, enquanto caminham pelas trilhas do local, agora emolduradas pelos trabalhos de Bittencourt. O artista que possui obras espalhadas por outras cidades brasileiras e já teve oportunidade de mostrar a qualidade de parte dos suas mais de 20 mil peças em outros países da América e Europa.

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No caso específico da exposição mogiana, o artista de 68 anos adotou como ideia a possibilidade de criar uma espécie de “museu a céu aberto”, a ser observado pelas pessoas, enquanto caminham pelo Parque, local mais que adequado para receber uma mostra desse tipo, tanto por sua grandiosidade, como pela facilidade de entrosamento das esculturas às características naturais do espaço lá existente.

Há muito tempo, o Parque Centenário tornou-se o principal cartão postal da cidade. Um local onde os mogianos sentem orgulho em levar seus visitantes a conhecer. Tornou-se ponto obrigatório de caminhantes  e outras pessoas que vão até lá com o objetivo de apreciar a paisagem e se beneficiar do ar puro e da tranquilidade daquele espaço.

E por ser a “menina dos olhos” dos mogianos, o local deveria receber uma maior atenção das autoridades. Não apenas com o reflorestamento permanente e plantio de novas árvores, especialmente frutíferas, visando atrair mais pássaros para aquele local.

Por ser um dos principais pontos de referência da cidade, é inconcebível que ainda mantenha, por exemplo, o que restou de algumas perigosas passarelas, construídas sobre tambores de plástico, no interior de seus lagos. Há muito interditadas por conta das precaríssimas condições em que se encontram, as peças de madeira, plástico e cordas que as mantinham e hoje continuam sobre as águas.

A impressão que passam aos visitantes é de descaso com o local, pois já deveriam ter sido retiradas dali há muito tempo, ou então substituídas por sistemas modernos de passagens, com plena segurança, como as existentes sobre o rio Paraíba, em Guararema.

O que não se aceita é que todo aquele lixo continue boiando em alguns cantos dos lagos, tirando parte da beleza das águas ali acumuladas.

É hora, portanto, de o Parque Centenário receber um pouco mais de cuidado. 

Afinal, um dos símbolos positivos da nossa cidade não merece a falta de atenção que vem lhe marcando durante os últimos tempos. 

Ações simples, mas que podem melhorar consideravelmente a imagem do Parque.

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