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"A expectativa para que o projeto vire realidade é grande, contudo, para o mogiano não importa quem plantou a árvore, mas seus frutos"

Laerte SilvaPublicado em 03/09/2021 às 15:01Atualizado há 24 dias

Os planos da Prefeitura de Mogi das Cruzes com as obras do projeto “Viva Mogi” tiveram seu embrião na gestão anterior, batizado de “Mogi + EcoTietê” e que recebeu novo nome pela atual administração municipal.  Com um novo traço identitário o foco na qualidade de vida norteará ações e obras que trarão um conceito de aproximação do cidadão com a natureza e novos equipamentos de lazer que Mogi merece ter.

 Mas não se tratam de obras para mera criação de parques, há uma vertente ligada ao saneamento básico, talvez menos evidente no dia-a-dia da população, e também um toque no quesito da mobilidade, muito comprometida nos dias de hoje e que requer ousadia para reorganizar a circulação dos veículos e pedestres com a criação de novas rotas, e uma atenção maior aos ciclistas. 

O desenho do projeto permite enxergar novos conceitos traçados pela gestão municipal anterior e que continuam sob a batuta do Secretário Municipal de Planejamento, o qual conduz o projeto com sua equipe para materializar o investimento possibilitado com financiamento da Cooperação Andina de Fomento e o Banco de Desenvolvimento da América Latina.

A mudança de nome do projeto é apenas um dado político natural quando se muda a chefia do Executivo, em maior ou menor grau quem chega quer imprimir de alguma forma a sua marca, todavia, sabemos que uma cidade não se constrói ou melhora de uma tacada só, a contribuição vem com um pouco de cada um que tenha a caneta na mão.

O “Viva Mogi” teve destaque na edição de O Diário do último sábado e a reportagem mostrou elementos muitos interessantes, em relação aos quais destaco o sempre perseguido lazer, razão pela qual a construção de novos parques na região do bairro Nova Mogilar, ainda que próximos ao Parque Centenário que já faz bastante sucesso, atrai a atenção pela maior conexão do cidadão com a natureza e coloca Mogi das Cruzes numa base de turismo mais amplificada. Bem administrados e bem conservados, este é o segredo para a utilização e longevidade destes tipos de equipamento, valorizam a Cidade e a transformam, produzem bem estar e ganho em qualidade de vida, o que é um propósito nestes tempos de ambiente hiperdigital.  A expectativa para que o projeto vire realidade é grande, contudo,  para o mogiano não importa quem plantou a árvore, mas seus frutos. 

Laerte Silva é advogado 

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