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COMBUSTÍVEIS

Petróleo cai abaixo de US$ 100 com avanço da Covid na China

Preços encostam em patamar pré-guerra na Ucrânia. Mesmo com sanções, não há sinais de queda na venda do petróleo russo

Agência O Globo
11/04/2022 às 13:59.
Atualizado em 11/04/2022 às 13:59

(Imagem: Reprodução)

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Petróleo cai abaixo de US$ 100 com avanço da Covid na China

Preços encostam em patamar pré-guerra na Ucrânia. Mesmo com sanções, não há sinais de queda na venda do petróleo russo

Agência O Globo
11/04/2022 às 13:59.
Atualizado em 11/04/2022 às 13:59

(Imagem: Reprodução)

As cotações do petróleo caíram ao menor patamar em seis semanas em meio a temores de que o crescimento do número de casos de Covid na China leve a uma queda na demanda do maior importador de óleo do mundo.  
A cotação do barril do tipo brent estavam em queda de 4,2% por volta das 10h, valendo US$ 98,46 no contrato para junho, que é o mais negociado, recuando assim a patamares não vistos desde antes da invasão da Ucrânia pela Rússia.  

O número de casos de Covid em Xangai bateu o recorde de 26 mil novos registros no domingo, e a metrópole de Guangzhou também começou a implementar uma série de novas restrições a circulação de pessoas.  

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O surto de Covid levou a filas em portos da China e forçou algumas refinarias do país a reduzirem seu ritmo de produção. 

– São as más notícias na China que estão pesando nos preços (do petróleo). Os lockdowns estão reduzindo a demanda por petróleo na segunda maior economia do mundo e não devem ser suspensos nem tão cedo – avalia Barbara Lambrecht, analista do Commerzbank AG.  

Apesar das sanções dos países ocidentais ao petróleo russo, não há sinais de que os embarques de óleo pela Rússia tenham caído de forma consistente. Pelo contrário, nas últimas semanas, houve um aumento das vendas. 

Dados levantados pela agência Bloomberg mostram que as exportações de óleo cru da Rússia na semana encerrada em 8 de abril alcançaram a média de 4 milhões de barris diários, o maior patamar já visto este ano. Foi a segunda semana seguida de alta, após uma queda nas vendas logo após a invasão da Ucrânia, em 24 de fevereiro.

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