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PANDEMIA CONTINUA

China registra primeira morte por covid-19 desde maio

Vítima apresentava quadro leve da doença, mas piorou depois de contrair infecção bacteriana

Agência O Globo
20/11/2022 às 15:00.
Atualizado em 20/11/2022 às 15:00

A China implementou em 11 de novembro uma flexibilização da estratégia de "covid zero", com medidas como a redução das quarentenas, em particular para as pessoas que chegam do exterior (Divulgação - Pixabay)

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China registra primeira morte por covid-19 desde maio

Vítima apresentava quadro leve da doença, mas piorou depois de contrair infecção bacteriana

Agência O Globo
20/11/2022 às 15:00.
Atualizado em 20/11/2022 às 15:00

A China implementou em 11 de novembro uma flexibilização da estratégia de "covid zero", com medidas como a redução das quarentenas, em particular para as pessoas que chegam do exterior (Divulgação - Pixabay)

A China anunciou, neste domingo, a primeira morte por covid-19 desde maio. A vítima era um homem de 87 anos que morava em Pequim, onde o aumento de casos provocou o fechamento progressivo de estabelecimentos comerciais. O idoso apresentava um quadro leve da doença, mas piorou após uma infecção bacteriana, segundo o canal de televisão público CCTV.

A Comissão Nacional de Saúde anunciou mais de 24 mil novos casos positivos no país em 24 horas. A maioria deles se trata de pessoas assintomáticas.

A grande província manufatureira de Guangdong, no sul chinês, onde ficam as metrópoles de Guangzhou e Shenzhen, é a mais afetada. Pequim, por sua vez, registrou 621 novos casos. Parte da população está em confinamento em casa, e muitas pessoas foram enviadas para centros de quarentena.

Apesar do cenário, ao contrário dos surtos anteriores, as autoridades parecem querer evitar no momento a imposição de restrições generalizadas a uma população cada vez mais irritada com as medidas anticovid.

Grandes centros comerciais de Pequim anunciaram o fechamento neste domingo. Outros reduziram o horário de funcionamento e alguns restaurantes adotaram restrições - muitos não recebem clientes, mas as entregas ainda são permitidas.

Edifícios comerciais do distrito Chaoyang, que abriga empresas e embaixadas, pediram aos funcionários que retomassem ao trabalho remoto. Algumas escolas retornaram ao ensino à distância, além de parques, áreas esportivas e academias terem fechado as portas.

No sábado, as autoridades pediram aos moradores que evitassem deslocamentos "não essenciais" entre os distintos distritos de Pequim, para conter a propagação do vírus.

A metrópole de Guangzhou, que anunciou mais de 8 mil novos casos positivos, iniciou neste domingo testes em larga escala no distrito central de Haizhu, onde moram quase 1,8 milhão de pessoas.

A China implementou em 11 de novembro uma flexibilização da estratégia de "covid zero", com medidas como a redução das quarentenas, em particular para as pessoas que chegam do exterior. Ainda assim, o retorno à normalidade permanece distante, com vários confinamentos, quarentenas e testes em larga escala.

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