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Ipês floridos diferenciam arborização de ruas de Mogi das Cruzes; veja fotos

CENÁRIO Um exemplar de ipê-amarelo chama a atenção na rua Capitão Joaquim de Mello Freire. (Foto: Eisner Soares)
CENÁRIO Um exemplar de ipê-amarelo chama a atenção na rua Capitão Joaquim de Mello Freire. (Foto: Eisner Soares)

Em um alento aos dias cinzas e melancólicos da vigente pandemia de Covid-19, conhecidos canteiros urbanos de Mogi das Cruzes e região começam a ganhar cores extras com o florescer dos tradicionais ipês. Garantindo tons de branco, rosa e amarelo à paisagem, a árvore – típica de regiões tropicais e encontrada no cerrado – está bem-adaptada ao município e apresenta forte tolerância a condições adversas como a poluição dos grandes polos. Em Mogi, exemplares podem ser observados em diversos pontos como as ruas João Da San Biagio, na Vila Oliveira, e Capitão Joaquim de Mello Freire, no Alto do Ipiranga. Também marcam presença no bairro da Porteira Preta, onde divide espaço com as cerejeiras, ou sakuras, plantadas pela comunidade japonesa, em César de Souza.

A espécie também marca presença no distrito de Taiaçupeba. (Fotos: Eisner Soares)

Popular na cidade, o ipê-amarelo é uma árvore típica do bioma da Mata Atlântica – que cerca e dá vida para Mogi das Cruzes. Porém, atualmente é raro encontrar a espécie em estado nativo, por conta da sua madeira ser altamente requisitada e ter desenvolvimento lento. O florescer da árvore também simboliza a chegada da primavera, que este ano terá início no próximo dia 22, e de dias melhores.

O ipê-amarelo apresenta porte que varia de médio a grande e pode atingir de 15 a 30 metros de altura. Já a duração das flores é de em média 15 dias, porém, uma mesma árvore pode florir mais de uma vez durante períodos de seca.

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Mapeamento

Mogi das Cruzes tem 52 mil árvores mapeadas em sua área urbana, com exceção da Serra do Itapeti e de outras áreas preservadas.


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