A Secretaria de Logística e Transportes do Estado espera lançar, até o final deste mês, um plano de recuperação das estradas vicinais paulistas, incluindo no futuro pacote de obras algumas da região de Mogi das Cruzes. Também diz que espera cumprir os compromissos de retificar e pavimentar a Estrada da Volta Fria e construir uma nova ponte em substituição àquela existente atualmente  sobre o rio Tietê, na altura do bairro do Rio Abaixo, caminho para o distrito de Jundiapeba.

A justificativa para tais expectativas um tanto animadoras seria a destinação já assegurada de recursos para tais obras. Mas, mesmo assim, os assessores desse e de outros secretários evitam falar em novas obras e, principalmente, em prazos para execução daquelas já programadas ou prometidas. 

É o caso, por exemplo, do projeto para a execução da última etapa da duplicação da Mogi-Dutra, que seria a implantação de um desvio na altura do trecho final da obra, em Arujá, onde não houve acordo com a proprietária para arealização da segunda pista em seu terreno.

A promessa feita por dirigentes do DER, durante visita a este jornal, no final do ano passado, dava conta de que o projeto seria iniciado, no máximo, nos primeiros dias deste ano. 

Mas até agora, não há qualquer informação disponível sobre isso junto à pasta de Logística e Transportes.

Na verdade, é bom que as pessoas não se iludam muito com qualquer promessa vinda do governo estadual relativa a obras que não sejam aquelas ligadas ao enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

Em conversas de bastidores, integrantes do governo admitem aquilo que a performance da administração indica: as verbas disponíveis estão sendo totalmente carreadas para o combate à pandemia de Covid-19, principalmente depois que o Estado deixou de receber parte dos recursos do governo federal destinados para tal finalidade. Com o agravamento da crise nos últimos tempos na Capital, região metropolitana e interior do Estado, assim como o início da vacinação, deve ocorrer um aumento natural dos gastos do governo com a saúde pública, já que todas as atenções de João Doria e seus assessores estão voltadas para tentar conter a pandemia, uma missão cada dia mais difícil.

E se 2020 foi praticamente um “ano perdido” para a Covid-19, as esperanças de uma recuperação, já nos primeiros dias de 2021, estão indo por água abaixo, com a nova e mais agressiva fase da doença.

Obras, pelo menos por enquanto, continuam suspensas.

Encontro na Prefeitura de Mogi

O deputado estadual Marcos Damásio (PL) considerou “extremamente produtivo” o encontro mantido recentemente com o prefeito Caio Cunha (PODE), na Prefeitura de Mogi. O parlamentar deixou a reunião anunciando um pacto com a atual administração para defender as principais reivindicações da cidade junto ao governo do Estado de São Paulo.

Dentre os assuntos que merecerão atenção conjunta de Cunha e Damásio estão  o desenvolvimento tecnológico e industrial do município, a luta contra o pedágio na Rodovia Mogi-Dutra, o acesso da Rodovia Ayrton Senna ao Distrito do Taboão, além dos investimento em saúde e infraestrutura.

No Vale do Ribeira

O delegado de Polícia, Renato de Almeida Barros, 58 anos, que, na década de 90 atuou em cidades da região de Mogi das Cruzes, foi designado para assumir o cargo de delegado seccional de Registro, no Vale do Ribeira, em lugar do titular Flávio Gastaldi, há 15 anos naquela função e agora transferido para a Seccional de Praia Grande, na Baixada Santista. Pós-graduado em Direito Penal e Processo Penal,  Renato ingressou na Polícia em 1986, como agente policial, chegando a delegado em 1989. Em seu currículo oficial constam passagens pelas delegacias dos municípios de Arujá, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Poá e Mogi das Cruzes. Os dois policiais estiveram reunidos com o diretor do  Deinter/6, de Santos, Manoel Gatto Neto.

Suzano na Finlândia 

A Suzano, empresa que é referênciana fabricação de bioprodutos obtidos a partir do cultivo de eucalipto, e uma startup finlandesa de inovação de materiais, planejam investir, a princípio, 22 milhões de euros, na construção da primeira unidade da Spinnova em escala comercial. A fábrica será localizada em Jyväskylä, na Finlândia, onde fica o centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Spinnova e a planta piloto. A finlandesa é responsável pelo desenvolvimento e produção de uma fibra sustentável, criada a partir de madeiras e resíduos, sem uso de produtos químicos. O produto estará disponível para  marcas têxteis globais em 2022. A joint-venture das duas empresas terá participação de 50% de cada uma.

Tudo pelo verde

Funcionário da secretaria municipal do Verde e do Meio Ambiente realiza o plantio de árvores nativas  e frutíferas na Praça Drª Nádia Cristina Ribeiro Gomes,  localizada no bairro do Alto do Ipiranga, em Mogi das Cruzes. Objetivo é proporcionar mais verde e tornar mais atrativo um espaço onde somente a grama existia até agora. Que as árvores sejam preservadas...