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Campanha para deputado guarda muitas interrogações

As eleições para Assembleia e Câmara Federal se aproximam, mas ainda há muitas dúvidas sobre virtuais candidatos que ainda não se decidiram sobre o seu futuro

Darwin ValentePublicado em 09/06/2021 às 14:51Atualizado há 5 dias
Reprodução
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À medida que se aproximam as eleições de 2022, aumentam as interrogações sobre as chances de as candidaturas de alguns políticos locais, alvos de muitos comentários, se concretizarem  no decorrer dos próximos meses. 

Enquanto os partidos políticos começam a montar suas estruturas para as futuras campanhas, relacionam-se alguns possíveis candidatos sobre os quais chovem especulações, mas ainda faltam definições.

Um dos que suscitam tais interrogações é o médico Luiz Carlos Gondim Teixeira (PSL), deputado por cinco legislaturas, a última delas encerrada em 2019, quando ele não conseguiu se reeleger. De lá para cá, tentou eleger a mulher, Jane, vereadora em Mogi, mas não conseguiu. Seu comportamento nas redes sociais é de candidato em campanha, mas ainda não confirmou sua intenção de voltar a concorrer à Assembleia.

Outro que tem agido como virtual candidato é o atual presidente da Câmara, vereador Otto Flôres de Rezende (PSD), que tomou realmente gosto pela política após ser indicado para comandar o Legislativo. Fundou uma frente de vereadores da região e tem tomado medidas administrativas na Câmara que poderão ser usadas numa futura campanha. 

Outra indagação recai sobre o ex-vereador Sadao Sakai (PL), que está sendo projetado por Valdemar Costa Neto para ser a cunha liberal junto à comunidade japonesa do Estado. Ganhou de presente um cargo na Prefeitura de Suzano para buscar maior visibilidade.

Sadao foi candidato a vice de Marcus Melo (PSDB) nas recentes eleições municipais, mas não conseguiram se eleger. E, com isso, Melo se tornou outra interrogação em relação à futura campanha. A princípio, ele admitiu que gostaria de voltar a disputar a Prefeitura, em 2024, mas vem soltando balões de ensaio sobre uma possível candidatura a deputado federal, talvez para atormentar o ex-aliado e atual concorrente à reeleição, Marco Bertaiolli (PSD). 

Há mais pontos de interrogação: padre Alessandro Campos poderá mesmo sair candidato a deputado federal pelo PL? Costa Neto quer, mas ele estaria sonhando com voos mais altos: o Senado Federal.

Outra dúvida é a vereadora Fernanda Moreno, que se tornou o nome mais forte dentro do MDB da cidade. Estaria na mira do partido para disputar uma vaga na Assembleia e ajudar a agremiação a completar o quadro feminino da legenda. 

Da mesma forma que Inês Paz, vereadora do PSOL, poderá ser convocada para ser candidata e ajudar na campanha de Boulos a governador.

E, por fim, a dúvida maior: o recém-eleito prefeito Caio Cunha (PODE) vai lançar seu próprio candidato ou ficar como uma espécie de free-lance para ajudar todos os seus aliados? Seja qual for sua decisão, ela está sendo aguardada, da mesma forma que as de todos os demais políticos citados, a quem o tempo irá se encarregar de  expor o futuro.

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