CASO

Furlan faz registro de queixa de calúnia

DIÁRIO

O vereador Marcos Paulo Tavares Furlan (DEM) procurou no início da noite de quarta-feira o delegado titular Francisco Del Poente, do Distrito Central. Ele formalizou queixa de calúnia e disse a O Diário que esse foi o primeiro passo para responsabilizar uma pessoa que, via mensagem no seu WhatsApp, o mencionou como um dos envolvidos na operação do Ministério Público em 4 de setembro último, que envolveu seis vereadores, dois assessores e três empresários acusados de cometerem os crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção.

Segundo Furlan relatou na delegacia, o fato ocorreu logo após a operação do MP, na semana passada. O autor disse na mensagem de áudio que ele (Furlan) “estava foragido e iria rodar”.

Por se sentir ofendido, Furlan compareceu ao Distrito Central e depois de formalizar a queixa deixou em poder da autoridade policial uma cópia do áudio caluniando-o. Ele sabe a procedência da mensagem, pois além do número do celular do mensageiro reconhece a voz do acusado, porém somente vai identificá-lo ao representar à Polícia Civil pedindo providências na esfera penal.

A Polícia continuava ontem à procura dos foragidos: o vereador Antonio Lino (PSD) e Pablo Bezerra, cujo pai Francisco Bezerra (PSB) está doente em prisão domiciliar. Os vereadores que já estão na Penitenciária de Tremembé, no Vale do Paraíba, são Carlos Evaristo da Silva (PSB), Diego de Amorim Martins, o Diegão (MDB), Jean Lopes (PL) e Mauro Araújo (MDB).


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