CASO

Explosivo encontrado em casa no Parque das Varinhas é detonado

AÇÃO Gate, do Batalhão de Choque da Polícia Militar, veio de São Paulo para detonar o explosivo em Mogi. (Foto: Eisner Soares)

Um morteiro que seria semelhante aos utilizados na Revolução de 1932 foi encontrado nesta terça-feira por pedreiros que trabalhavam na casa recém-adquirida pelo comerciante Celso Roque Tedarsine, de 66 anos, localizada na rua Maria de Paula Valezine, 666, no Parque das Varinhas, perto de uma escola estadual.

Preocupado com o artefato que até poderia causar explosão, Celso Roque comunicou a Guarda Municipal. O supervisor Pedro Cassese Rodrigues mobilizou sua equipe Bravo, formada por Edson, Sérgio, Senger, Borges, Molina e Juliermes, sendo que o local foi preservado para segurança dos vizinhos e os curiosos mantidos afastados.

O supervisor Cassese acionou o Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais), do Batalhão de Choque da Polícia Militar, que se deslocou de São Paulo ao local. A equipe realizou os levantamentos, dando prioridade para o isolamento da área e agiu com calma ao se aproximar para análise do explosivo encontrado.

O grupo que escavou um buraco num terreno nas imediações para detonar o morteiro se utilizou de uma roupa especial, que pesa 50 quilos, e na van blindada, portava ainda um braço robótico, raio-X e escudos anti-explosão.

Ninguém sabe explicar como o artefato foi parar no quintal de uma casa em Jundiapeba, porém não foi afastada a hipótese de ter sido obra de algum ex-morador que resolveu enterrá-la. O comerciante Celso também ficou surpreso com a situação. Para os vizinhos, a ação da Guarda Municipal e do Gate tirou o bairro de sua rotina.


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