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Justiça já obrigou São Paulo e organizada a pagarem por vandalismo no Nogueirão, em Mogi

Torcedores atacaram o estádio em janeiro de 2016, em razão da superlotação que exigiu o fechamento dos portões antes do jogo entre o tricolor e o Rondonópolis

O Diário
23/01/2022 às 13:38.
Atualizado em 23/01/2022 às 13:38

Nogueirão foi vandalizado; o caso foi julgado e o município obteve ganho de causa (Foto: divulgação / PMMC)

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Justiça já obrigou São Paulo e organizada a pagarem por vandalismo no Nogueirão, em Mogi

Torcedores atacaram o estádio em janeiro de 2016, em razão da superlotação que exigiu o fechamento dos portões antes do jogo entre o tricolor e o Rondonópolis

O Diário
23/01/2022 às 13:38.
Atualizado em 23/01/2022 às 13:38

Nogueirão foi vandalizado; o caso foi julgado e o município obteve ganho de causa (Foto: divulgação / PMMC)

À série de atos violentos perpetrados por torcidas organizadas, durante os jogos da Copa São Paulo de Futebol Júnior, a conhecida Copinha, pode ser acrescentado o episódio ocorrido no Estádio Francisco Ribeiro Nogueira, o Nogueirão, em Mogi das Cruzes, em 17 de janeiro de 2016.

Naquele dia, as equipes do São Paulo FC e Rondonópolis iriam disputar uma vaga nas quartas de final daquela edição da Copinha. Só que um imprevisto acabou ocorrendo. Como a partida atraiu um número muito grande de torcedores tricolores, os portões do estádio precisaram ser fechados em razão da superlotação.

A solução encontrada por muitos foi subir em árvores localizadas ao lado do estádio para assistir ao jogo. 

No intervalo da partida, no entanto, uma facção da Torcida Tricolor Independente decidiu fazer com que o estádio fosse aberto de qualquer maneira e partiu para o confronto com a Polícia Militar, que se valeu de bombas de efeito moral para tentar controlar os torcedores. Em meio à confusão, muitos partiram para atos de vandalismo contra as instalações do Nogueirão, que havia sido reformado meses antes, em 2015.
Não houve prisões, mas dois veículos foram completamente destruídos e os moradores daquela região da Vila Industrial, especialmente as crianças, sofreram muito com os efeitos do gás lacrimogêneo utilizado pelos poucos policiais militares presentes ao estádio.

Na Justiça

O prefeito da época, Marco Bertaiolli, não deixou por menos. E fez com que a Secretaria de Assuntos Jurídicos da Prefeitura ingressasse na Justiça com ações de indenização e danos morais contra o São Paulo FC a torcida Tricolor Independente.

O caso foi julgado e o município obteve ganho de causa em todas as instâncias, até os processos transitarem em julgado.  Até janeiro do ano passado, o São Paulo já havia feito o pagamento de R$ 119.906,99, que correspondeu aos danos materiais, devidamente atualizados, à época.  Os valores por danos morais a que foram condenados o clube (R$ 500 mil) e a torcida organizada  (R$ 100 mil), deveriam ser recolhidos ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos e continuavam sendo devidamente cobrados para o devido cumprimento da sentença da Justiça. Durante o domingo (23), não foi possível saber se os valores já haviam sido devidamente quitados.

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