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EDITORIAL

Razões do “Não ao Pedágio”

Pedágio traz ameaça concreta ao desenvolvimento econômico e social

O DiárioPublicado em 21/05/2021 às 16:28Atualizado há 24 dias

Alguns dias após  este jornal ter reunido especialistas e elencar os 10 motivos da luta contra o pedágio  na Mogi-Dutra, o Governo do Estado e a Artesp (Agência de Transportes do Estado de SP) romperam a promessa feita no passado e lançaram o edital de concessão das rodovias litorâneas.

A essas dez razões, as cartas endereçadas ao governador de São Paulo, publicadas diariamente por esse jornal, acrescentam outros argumentos contra o mogiano pagar pelos benefícios a serem desfrutados no litoral. 

Vale a leitura destas cartas, porque elas revelam quanto Mogi das Cruzes participou do desenvolvimento rodoviário (e social) do Estado, com lances ousadíssimos e impensáveis hoje, como a abertura da própria Mogi-Bertioga.

Para não deixar qualquer dúvida, O Diário documenta, nesta edição, porque Mogi rejeita a cobrança de um pedágio que, uma vez instalado, será pago para sempre. Dois pontos são prioritários: a Mogi-Dutra já está duplicada, e a Mogi-Bertioga, só terá trechos melhorados.

São esses os ônus expostos por Mogi desde 2019 nesta luta: 1) Ameaça concreta ao desenvolvimento econômico e social; 2) O custo financeiro para trabalhadores, estudantes e moradores; 3) Isolamento de Mogi das Cruzes; 4) Alta do custo de vida na cidade; 5) Impacto na indústria e emprego; 6) Inviabilidade de expansão industrial do Taboão; 7) Agricultura em queda por falta de igualdade de condições de concorrer com outras regiões; 8) Retração do comércio; 9) Investimento zero na Mogi-Dutra; e 10) Baixo impacto em vias municipais (apenas 1,4 quilômetro da estrada do Pavan será construído).

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