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CANTOR DE MOGI

Música de Mateus Sartori integra a trilha do documentário 'O Povo Pode?'

Canção 'Samba da Utopia' se encaixa no contexto do filme, que registra “mudanças positivas na vida do povo, possibilitadas por políticas públicas"

Heitor Herruso
15/05/2022 às 10:10.
Atualizado em 15/05/2022 às 10:20

Em 'Samba da Utopia', fica claro que a inquietação de Mateus Sartori vem de “um país que menospreza setores tão importantes como a cultura e a educação” (Divulgação)

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CANTOR DE MOGI

Música de Mateus Sartori integra a trilha do documentário 'O Povo Pode?'

Canção 'Samba da Utopia' se encaixa no contexto do filme, que registra “mudanças positivas na vida do povo, possibilitadas por políticas públicas"

Heitor Herruso
15/05/2022 às 10:10.
Atualizado em 15/05/2022 às 10:20

Em 'Samba da Utopia', fica claro que a inquietação de Mateus Sartori vem de “um país que menospreza setores tão importantes como a cultura e a educação” (Divulgação)

Além de ser ex-secretário de Cultura de Mogi das Cruzes e atual titular desta pasta em Guararema, Mateus Sartori coleciona 25 anos de carreira como cantor. Em 2020, ele lançou o disco ‘Na Volta Que o Mundo Dá’, e o projeto continua rendendo frutos. O mais recente deles é este: uma das canções que o integra, ‘Samba da Utopia’, agora faz parte da trilha sonora do documentário ‘O Povo Pode? Um país pelo olhar de brasileiros’, de Max Alvim.

No filme, João, Vani, Aurieta e Izaltina são “os personagens reais de um Brasil profundo”. É com as vozes deles que o diretor registra “mudanças positivas na vida do povo, possibilitadas por políticas públicas dos governos petistas”.

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Estas quatro pessoas do Nordeste "contam como suas vidas foram transformadas no período em que Luís Inácio Lula da Silva foi presidente do Brasil, comparam e ponderam suas trajetórias e, assim, oferecem uma nova leitura sobre esse personagem histórico e sobre como chegamos ao momento em que o país se encontra".

Segundo Max, a ideia surgiu durante a caravana realizada pelo ex-presidente Lula por estados do Nordeste, em 2017. Todos os acontecimentos em torno da prisão do ex-presidente em 2018 tornaram a produção “um documento histórico mais extenso".

(Reprodução)

Com gravações em todos os estados do Nordeste e também em São Paulo, Paraná e Distrito Federal, a produção “narra os últimos seis anos do Brasil”, e por isso contribui “no sentido de ativar o espírito crítico da sociedade em um ano eleitoral".

Nesse contexto, a canção de Sartori se encaixa como uma luva. Afinal, é em ‘Samba de Utopia’, assinada por Jonathan Silva, que o artista dá mais visceralidade ao álbum 'Na Volta Que o Mundo Dá'. Nessa música, fica claro que a inquietação dele vem de “um país que menospreza setores tão importantes como a cultura e a educação”.

Clique aqui para ouvir a faixa no Spotify e aqui para assistir ao trailer de ‘O Povo Pode?’, produção que já está inscrita em mais 20 festivais do mundo, e que deve, em breve, ser exibida em espaços públicos, de forma gratuita, em pelo menos 15 capitais brasileiras.

 Conheça Mateus Sartori

Nascido em Franca/SP mas residente em Mogi das Cruzes desde 2 anos de idade, Mateus Sartori teve, ainda muito pequeno, contato com a música ouvindo modas sertanejas interpretadas por familiares no interior paulista.

Arquiteto urbanista, turismólogo, especialista em Cultura: Plano e Ação e Gestão de Cidades, Mateus Sartori ocupou, entre 2013 e 2020, o cargo de secretário de Cultura e Turismo em Mogi das Cruzes-SP. Estudou canto erudito, popular e regência coral na Universidade Livre de Música (EMESP) e na Escola Municipal de Música de São Paulo.

O disco de estreia, ‘Todos os Cantos’, veio em 2006 e conta com as participações de Renato Brás, Guinga e Nailor Proveta. Em 2008 lançou ‘Dois de Fevereiro’, homenageando o compositor baiano Dorival Caymmi, acompanhado de 10 violonistas em 13 canções e em 2009 o CD ‘Barroco’, com canções de compositores mogianos.

Em 2011 lançou ‘Franciscos’, um trabalho que apresenta a obra de 10 Franciscos e Chicos da música brasileira e conta com as participações especiais de Chico César e Chico Pinheiro. Em 2013 fez, ao lado do acordeonista e pianista Guilherme Ribeiro, em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga, o CD ‘Que se Deseja Rever’, apresentando clássicos do Rei do Baião e canções menos conhecidas do grande público. Há dois anos, lançou 'Na Volta Que o Mundo Dá' e também o livro ‘Política Cultural: Uma Construção Coletiva’.

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