Com assuntos recebendo maior destaque ao longo das campanhas 

dos prefeituráveis de Mogi das Cruzes, como é o caso da Saúde, Segurança e Educação, outros temas são menos falados, mas não menos importante.  É o caso da Cultura, que nos últimos anos ganhou equipamentos  importantes, como o Centro Cultural, inaugurado em 2015. A seguir, as propostas de Caio Cunha (Pode) e }Marcus Melo (PSDB), candidatos à Prefeitura, para o setor

 Caio Cunha

Em seu plano de governo o candidato do Podemos destaca que “a cultura é muito mais do que entretenimento, ela é uma ferramenta de transformação social e uma das partes que compõem a identidade de uma cidade”. Por isso, ele destaca a importância de fortalecer os laços culturais com a cidade, tanto nos bairros quanto com os grupos. Uma das ideias do candidato é resgatar nos mogianos o sentimento de pertencimento, valorizando a história da cidade que “precisa estar nos corações daqueles que vivem e passam por ela”. 

O plano de Cunha reitera que é imprescindível o apoio de projetos da periferia e o fomento da interação entre grupos da cultura. Para isso, uma das propostas do candidato é “descentralizar a oferta da cultura e estimular a formação de público”. 

Cunha pretende ainda incentivar o empreendedorismo no setor, tendo a Prefeitura como uma facilitadora da relação com os atores privados. O documento ressalta que “expandir a identidade cultural para espaços públicos, com expressões culturais, também é uma forma de preservar a identidade, enraizar valores, incentivar e impulsionar a arte e os artistas a crescerem para além da cidade”.

Como prioridades, o plano de governo lista ainda “fortalecer a gestão cultural colaborativa” e “inovar em modelos de apoio financeiro e não-financeiro da produção cultural”.

 Marcus Melo

Candidato à reeleição, Melo prevê em seu plano a continuidade de alguns projetos e o fortalecimento de outros. É dos programas de música como o Coral Canarinhos do Itapety e a Orquestra Sinfônica Jovem de Mogi das Cruzes. O documento afirma ainda que o Museu Virtual e o Arquivo Histórico da cidade deverão receber maior apoio, com o objetivo de preservar e divulgar a história às futuras gerações. 

Outra promessa é continuar a fortalecer a política de incentivo fiscal de apoio à cultura no município e fortalecer e incrementar o ciclo de festivais que já acontecem na cidade por meio de acordos com a iniciativa privada. A ideia, inclusive, é estabelecer parcerias com agentes financeiros, como cooperativas, fundos e organizações não governamentais, para o desenvolvimento do plano de governo, a partir de financiamento destinados à promoção de cursos livres, técnicos, de pesquisa e atualização profissional, bem como com instituições de ensino superior como Fatec e outras.

O plano de Melo também fala em levar a Cultura para as periferias, implantando equipamentos culturais de múltiplas funções, linguagens e usos em bairros descentralizados, com gestão compartilhada entre a Secretaria de Cultura e grupos gestores formados por membros da comunidade local. Outra proposta, é possibilitar o acesso da população à informação e à produção artística, cultural e científica.