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ESCULTURAS AO AR LIVRE

Arte de Lucio Bittencourt é mais um motivo para ir ao Parque Centenário, em Mogi

30 obras de Lucio Bittencourt estão expostas no Parque Centenário, em Mogi, ao ar livre e com entrada gratuita

Heitor Herruso
16/01/2022 às 16:15.
Atualizado em 16/01/2022 às 16:26

Tentar interpretar as obras abstratas ou interagir com animais gigantes representados em aço inox é opção interessante para o passeio em família - e um motivo a mais para ir ao Parque Centenário, em Mogi. (Divulgação - Robson Regato)

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Arte de Lucio Bittencourt é mais um motivo para ir ao Parque Centenário, em Mogi

30 obras de Lucio Bittencourt estão expostas no Parque Centenário, em Mogi, ao ar livre e com entrada gratuita

Heitor Herruso
16/01/2022 às 16:15.
Atualizado em 16/01/2022 às 16:26

Tentar interpretar as obras abstratas ou interagir com animais gigantes representados em aço inox é opção interessante para o passeio em família - e um motivo a mais para ir ao Parque Centenário, em Mogi. (Divulgação - Robson Regato)

Até o próximo dia 30 há mais um motivo para visitar o Parque Centenário, em Mogi das Cruzes. Para além das belas paisagens, cultura japonesa e possibilidade de práticas esportivas, estão expostas por lá 30 obras do escultor mogiano Lucio Bittencourt. 

Neste link é possível conhecer todas elas, inclusive com detalhes como tamanho e materiais. Mas, mesmo quem não clicar e mesmo quem não entrar no parque, mas passa pela avenida Francisco Rodrigues Filho já pode apreciar algumas das obras, como o “Trabalhador”, feito em aço inox, com sete metros de altura e pesando duas toneladas.

Para Lucio, é isso o que vale: a visibilidade em um local público, em que passam tantas pessoas por dia. “Sou mogiano, então em primeiro lugar é uma honra muito grande. Nasci na Volta Fria, e já tive oportunidade de estar fora, mas amo minha cidade. Para mim, expor aqui é questão de visibilidade, super interessante”.

Apesar de ter usado o termo “aqui”, para se referir a Mogi das Cruzes, quando falou com a reportagem  ele estava em Linhares, fazendo o polimento de uma peça. Na sequência, contou, iria para Campos do Jordão, concluir outro trabalho.

Lucio Bittencourt é assim, não para. Mesmo aos 68 anos. Tanto que já produziu cerca de 20 mil obras, centenas de exposições incluindo países da América do Sul, Central e Europa. E embora tenha monumentos instalados nos quatro cantos do Brasil e também em Portugal e França, guarda carinho especial por duas peças que estão em áreas públicas da cidade: a ‘Pirâmide Humana’, na avenida Narciso Yague Guimarães e outra, abstrata, em frente ao Centro Cultural.

Outras duas obras do artista, que inclusive fazem parte da mostra em cartaz no Parque Centenário, foram adquiridas pela cidade, pela Lei Aldir Blanc: ‘Touro do Divino’, que pode ser vista acima, e ‘Túnel’. 

Já as outras 28 vieram de outros endereços. Algumas estavam no ateliê de Bittencourt, que fica no Botujuru e também funciona como um showroom; outras encantavam quem visitava exposição em São Lourenço, no litoral; e ainda algumas decoravam um restaurante na rodovia Mogi-Bertioga.

Mais do que passear entre as três dezenas de peças, o público pode conhecer e interagir com elas, imaginando o que sugerem as formas abstratas e também reconhecendo, entre figuras representadas em aço, peixes, cavalos, touros e outros animais.

Com a arte de Lucio Bittencourt, o Parque Centenário flerta com o formato que o artista gostaria de ver por ali: “um museu a céu aberto”. Afinal, “100 peças seriam pouco” para preencher todo o espaço - 215 mil metros.

Por enquanto, quem visita o endereço, das 7 às 17 horas, pode conhecer a arte de um dos grandes artistas locais, que se prepara para colocar o pé no freio. “Estou com 68. Mais 10 anos eu não aguento,” brinca ele” que apesar disso admite que não deve parar nunca com a arte.

A trajetória de Lucio já foi contada em livro, mas agora está virando documentário. ‘Arte em sucata e metal - sobre as obras de Rodrigo e Lucio Bittencourt’, com direção de Lailson Santos e Robson Regato, será lançado em breve. Até lá, vale a visita ao Centenário, para ver de perto as obras e também para conhecê-lo em visitas monitoradas, às 10 horas dos próximos dias 22 e 29.

(Divulgação - Robson Regato)

(Divulgação - Robson Regato)

(Divulgação - Robson Regato)

(Divulgação - Robson Regato)

(Divulgação - Robson Regato)

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