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Saiba como a falta de Vitamina D pode afetar o corpo humano

Deficiência da vitamina pode ser detectada em exame realizado no Sancet, em Mogi das Cruzes

Da Reportagem
13/10/2022 às 15:46.
Atualizado em 17/10/2022 às 12:01

Importante fazer os exames preventivos (Divulgação Pexels)

Quando se fala em Vitamina D, logo se pensa no Sol. Afinal, são os raios solares UVB a principal fonte para captar a vitamina. Mas, em um dia a dia corrido, dificilmente é possível conseguir os níveis ideais apenas tomando sol. Por isso, é importante estar com o exame de Vitamina D25 em dia, para que seja possível identificar a situação e, caso seja necessário, fazer o uso de suplementação, de acordo do que for indicado pelo médico.

O exame pode ser feito em uma das unidades do Sancet Medicina Diagnóstica, que estão espalhadas por Mogi das Cruzes, Suzano, Poá, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Arujá, Guararema, Biritiba Mirim e Santa Isabel.

“Para que a Vitamina D esteja em níveis saudáveis, é preciso tomar doses diárias de sol, o que nem sempre é possível. Então, nós recomendamos que o exame seja incluído no check-up, para que seja avaliada a necessidade ou não de entrar com algum suplemento. E isso é o médico quem vai avaliar”, explica Tatiana Gragnato, que é bióloga e assessora científica do Sancet.

Tatiana Gragnato (Arquivo pessoal)

Para realizar o exame, basta uma coleta de sangue simples. A diferença para os outros exames de sangue é que para identificar os níveis de Vitamina D, não é necessário que o paciente faça um jejum prévio. E identificar os níveis da vitamina pode ser fundamental para diagnosticar certos desconfortos entre os pacientes, já que a deficiência pode ser a causadora de dores musculares e fraqueza nos ossos.

“Outro ponto que é importante ressaltar, é que a suplementação não deve ser feita sem o acompanhamento médico. Hoje, a comercialização da D25 é feita em várias dosagens, sejam elas mais baixas ou mais altas. Somente o médico poderá indicar a dosagem correta e até mesmo as vias para que o suplemento seja administrado, que pode ser via oral ou intramuscular, tudo de acordo com a necessidade”, afirma Sarah Marques, que também é assessora científica do centro de diagnósticos e biomédica.

Sarah Marques (Arquivo pessoal)

Ela ressalta ainda que a automedicação pode elevar demais os níveis da Vitamina D, causando toxicidade do paciente. Portanto, é fundamental sempre dosar com as orientações de um médico.

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