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ARTIGO

Alto Tietê e o start de matriz logística

Com o programa de melhorias em estradas, o governo de são Paulo estende a mão a prefeituras de todos os partidos, e não apenas aliados

João Octaviano Machado Neto Publicado em 31/05/2021 às 18:31Atualizado há 14 dias
O Diário
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Bons governos podem ser definidos por aqueles que sabem valorizar o passado – aproveitando, por exemplo, o que tinha de bom da gestão anterior – e, ao mesmo tempo, olham para o futuro e primam pelo planejamento de novos e grandes projetos. É o que fazemos desde janeiro de 2019 sob comando do governador João Doria.

Em tempos de pandemia e diante da pior crise da nossa história, ajuda o fato de o Governo de SP ser um governo estável e equilibrado (atua ao lado ciência, pela democracia e contra negacionismos toscos).

Fato 1: nesta gestão, o Governo de São Paulo já entregou 337 obras em 4,4 mil kms de rodovias, que somam investimentos de quase R$ 4 bilhões. Ao comando do DER ou coordenada pela Artesp, no momento estão em andamento 154 obras em 1.570,95 quilômetros de rodovias estaduais, que somam mais de R$ 1,97 bilhão em investimento e geração de aproximadamente 20.244 empregos (entre vagas diretas e indiretas).

Pois o Governo de SP não para aí e continuou planejando em todas as áreas, a despeito de a Covid-19 ter exigido, há mais de um ano, foco prioritário na Saúde, com todos seus esforços para salvar vidas.

Fato 2: o Governo iniciou a contratação das duas primeiras fases do programa Novas Vicinais, que irá recuperar e modernizar 1.563 kms de 149 estradas. Nesta etapa inicial, serão investidos R$ 1,2 bilhão em obras licitadas pelo DER que, vão gerar 15 mil empregos. 

Governo republicano. Estradas sob responsabilidade dos municípios, as vicinais servem para transportar produtos locais e para o deslocamento da população aos grandes centros urbanos e estão há quase uma década sem manutenção. Isto significa qualidade de vida para seus moradores e profissionais do transporte de cargas. Com o programa, o Governo de SP estende a mão às Prefeituras de todos os partidos – a maioria sem recursos para a infraestrutura neste momento –, não apenas aliados. 

A primeira fase do programa soma 66 vicinais (divididas em 53 lotes de obras) e 76 cidades, totalizando 745 quilômetros e R$ 577 milhões. Já a segunda fase, são 73 estradas (58 lotes) e 85 municípios, 818 quilômetros de recuperação e R$ 634,5 milhões em investimentos.

Só na região da Grande São Paulo, serão modernizadas nove estradas, sendo duas localizadas no Alto Tietê. 

Os editais das duas fases do Novas Estradas Vicinais foram publicados em março pelo time do DER, que fez amplo levantamento para selecionar as vias mais importantes dos pontos de vista econômico e social – análise criteriosa do VDM, por exemplo.

No caso das vicinais, a previsão é que as obras comecem em julho. No segundo semestre, o DER vai cuidar de mais duas fases do programa Novas Estradas Vicinais – os editais devem ser publicados nas próximas semanas, quando teremos outras boas notícias para a Alta Mogiana e o Estado.  

Essenciais ao escoamento da produção agrícola e à economia regional, as vicinais são importantes para a Secretaria Estadual de Logística e Transportes dar andamento à implantação da nova matriz logística de São Paulo, ponto importante para melhorar a integração de todos os modais de transporte – malhas rodoviária, férrea, hidroviária e aeroviária –, e garantir agilidade no transporte de cargas e segurança na circulação de pessoas.

João Octaviano Machado Neto é engenheiro e secretário estadual de Logística e Transportes

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