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IMUNOSUPRESSÃO

Veja quem pode tomar reforço contra a Covid em Mogi sem agendamento

Secretaria Municipal de Saúde divulga mudança que irá facilitar o acesso ao imunizante contra a Covid para pacientes em tratamento de doenças.

O Diário
13/07/2022 às 07:08.
Atualizado em 13/07/2022 às 07:37

UBS Alto Ipiranga (Divulgação - PMC)

A Secretaria Municipal de Saúde divulga mudanças no esquema de vacinação ou contra a Covid-19 para pessoas com imunossupressão. Para aplicação da dose de reforço as pessoas nas situações listadas abaixo, podem procurar qualquer Posto de Saúde e apresentar relatório médico com diagnóstico, CID (código internacional de doença) ou receita médica atualizada. Não haverá mais a necessidade de agendamento prévio, como acontece com outros públicos de determinadas faixas etárias.

Segundo a Prefeitura, de acordo com a nota técnica nº 65/2021 do Ministério da Saúde, são consideradas pessoas com alto grau de imunossupressão, os seguintes casos:

I - Imunodeficiência primária grave;
II - Quimioterapia para câncer (atual ou nos últimos 6 meses);
III - Transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) em uso de drogas imunossupressoras;
IV - Pessoas vivendo com HIV/Aids;
V - Uso de corticóides em doses ≥20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por ≥14 dias; 
VI - Uso de drogas modificadoras da resposta imune - Metotrexato; Leflunomida; Micofenolato de mofetila; Azatiprina; Ciclofosfamida; Ciclosporina; Tacrolimus; 6-mercaptopurina; Biológicos em geral (infliximabe, etanercept, humira, adalimumabe, tocilizumabe, Canakinumabe, golimumabe, certolizumabe, abatacepte, Secukinumabe, ustekinumabe); Inibidores da JAK (Tofacitinibe, baracitinibe e Upadacitinibe);
VII – Auto-inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias;
VIII - Pacientes em terapia renal substitutiva (hemodiálise);
IX - Pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas (reumatológicas, auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias).

O intervalo do primeiro reforço depende do esquema vacinal inicial. A partir do segundo reforço, o intervalo entre as doses deve ser de 4 meses.

Os pacientes que se encaixam nestes perfis poderão procurar a unidade de saúde próxima de casa, sem a necessidade de procurar o serviço Clique Vacina - que segue ordenando a vacinação na cidade (confira reportagem)

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