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AÇÃO DO CREA-SP

Região é alvo de força-tarefa que "coibe o exercício ilegal da engenharia"

Em Mogi, Suzano, Poá, Itaquá, Ferraz, Guararema, Salesópolis e Biritiba Mirim, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado também vai "evitar que obras irregulares sejam realizadas"

O Diário
24/01/2023 às 07:05.
Atualizado em 24/01/2023 às 07:21

Mogi é uma das cidades em que haverá diligências para avaliar "empresas de energia fotovoltaicas e quadro técnico de 2023 das Prefeituras" (Arquivo O Diário)

Para "assegurar a presença de profissionais habilitados à frente das atividades", o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) cumpre, nesta semana, uma força-tarefa no Alto Tietê. A ação tem caráter "orientativo e preventivo" e passará por Mogi das Cruzes, Suzano, Poá, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Salesópolis e Biritiba Mirim.

Entre esta segunda-feira (23) e a próxima sexta (27), agentes fiscais estarão envolvidos em 200 diligências para avaliar "empresas de energia fotovoltaicas e quadro técnico de 2023 das Prefeituras". Nestes endereços, serão verificados "o registro de profissionais da área de Engenharia, Agronomia e Geociências".

Gerente regional do Crea-SP, o engenheiro Kledson Turra justifica a ação, afirmando que o objetivo é "coibir o exercício ilegal da engenharia e evitar que obras irregulares sejam realizadas". Para tanto, ele promete levar conscientização sobre "a importância da realização de uma obra regular, com a presença de profissionais habilitados e portando o alvará de construção emitido pela prefeitura".

 Balanço

(Divulgação - Crea-SP)

Em 2022, o Crea-SP realizou mais de 462 mil ações de fiscalização em todo território paulista. O número representa mais um recorde histórico para o conselho, ultrapassando a meta de 400 mil estabelecida no início do ano. A meta para 2023 é realizar 600 mil ações de fiscalização.
 

De 2015 a 2022, as fiscalizações do Conselho aumentaram cerca de 1.600%. O crescimento se deve ao uso das tecnologias para apoio às atividades, com pesquisas e apurações remotas, antes dos agentes fiscais irem a campo, e à adoção do modelo das forças-tarefas no Estado.

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