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Mortes no trânsito aumentam em Mogi em comparação com 2021

De janeiro a agosto deste ano, foram registrados 42 óbitos no trânsito da cidade, quatro a mais do que no mesmo período de 2021, quando foram 38.

Larissa Rodrigues
28/09/2022 às 12:04.
Atualizado em 28/09/2022 às 12:06

Em julho, um motorista atropelou um homem de 60 anos e, na sequência, também morreu ao cair com o carro em um barranco na Mogi-Taiaçupeba (Fabiano A. do Valle - Arquivo Pessoal)

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Mortes no trânsito aumentam em Mogi em comparação com 2021

De janeiro a agosto deste ano, foram registrados 42 óbitos no trânsito da cidade, quatro a mais do que no mesmo período de 2021, quando foram 38.

Larissa Rodrigues
28/09/2022 às 12:04.
Atualizado em 28/09/2022 às 12:06

Em julho, um motorista atropelou um homem de 60 anos e, na sequência, também morreu ao cair com o carro em um barranco na Mogi-Taiaçupeba (Fabiano A. do Valle - Arquivo Pessoal)

Os dados divulgados pelo Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (Infosiga) mostram um aumento no número de mortes no trânsito de Mogi das Cruzes. De janeiro a agosto deste ano, foram quatro óbitos a mais se comparado com o mesmo período de 2021, indo de 38 para 42. Em agosto, 2022 teve uma morte a mais, com seis, enquanto em agosto do ano passado foram cinco.

Este ano, foram registradas quatro mortes em janeiro; três, em fevereiro; quatro, em março; sete, em abril e maio; quatro em junho e outras sete em julho. Em 2021, quatro pessoas perderam a vida no trânsito em janeiro; nove, em fevereiro; três, em março; quatro, em abril; duas, em maio; cinco em junho e seis, em julho.

A maioria das mortes deste ano aconteceu entre pessoas jovens. Onze delas tinham entre 18 e 24 anos, sete tinham entre 25 e 29 anos e uma delas tinha entre 30 e 34 anos e outra era menor de idade. O restante das mortes foi entre pessoas maiores de 35 anos até depois dos 80 anos.

O meio de locomoção mais utilizado pelas vítimas foi a motocicleta, vista em 16 casos. Depois, em nove casos as vítimas era pedestres, em oito estavam em automóveis, em seis em bicicleta e em três não há a informação.

Entre as mortes que tiveram o local do óbito registrado, a maioria aconteceu nas vias municipais, sendo 42,86% delas. Outras 40,48% foram em rodovias, enquanto 16,67% não foram identificadas. A colisão (quando os dois veículos estão em movimento) foi o principal tipo de acidente fatal, sendo 15 deles. Depois, aparece o atropelamento, com 10; o choque (quando a batida acontece em um objeto sem movimento), com nove; cinco outros tipos de acidentes e três não disponíveis.

Os homens representam grande parte das mortes, sendo 80,95% das vítimas, enquanto os 19,05% restantes são mulheres. Isso significa que 34 homens perderam a vida no trânsito, entre janeiro e agosto deste ano, e oito mulheres morreram no mesmo período.

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