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EM 109º LUGAR

Mesmo com queda de 27 posições, Mogi é a cidade mais competitiva da região

Líder a nível regional, Mogi ficou em 109º no Ranking de Competitividade dos Municípios, que avalia 411 cidades; veja todos os dados e entenda o estudo

Heitor Herruso
23/11/2021 às 18:04.
Atualizado em 23/11/2021 às 18:23

"Acesso à educação", "Segurança" e "Qualidade da saúde" são alguns dos pontos fortes de Mogi (Arquivo O Diário - Eisner Soares)

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EM 109º LUGAR

Mesmo com queda de 27 posições, Mogi é a cidade mais competitiva da região

Líder a nível regional, Mogi ficou em 109º no Ranking de Competitividade dos Municípios, que avalia 411 cidades; veja todos os dados e entenda o estudo

Heitor Herruso
23/11/2021 às 18:04.
Atualizado em 23/11/2021 às 18:23

"Acesso à educação", "Segurança" e "Qualidade da saúde" são alguns dos pontos fortes de Mogi (Arquivo O Diário - Eisner Soares)

Mesmo caindo 27 posições em relação ao ano passado, Mogi das Cruzes continua sendo a cidade a mais competitiva de todo o Alto Tietê – e também o 70º município mais competitivo da região sudeste e o 109º do país. É o que mostra o Ranking de Competitividade dos Municípios, divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) nesta segunda-feira (22).

São considerados, ao todo, 411 municípios. Este mesmo levantamento mostra a cidade de Barueri, em São Paulo, como a mais competitiva do país. Mas, a nível regional, Mogi lidera, à frente de Arujá (que está na 114º colocação), Suzano (171º), Poá (214º), Ferraz de Vasconcelos (257º) e Itaquaquecetuba (283º).

No eixo Alto Tietê ficaram de fora as cidades de Biritiba Mirim, Guararema, Salesópolis e Santa Isabel, já que “o Ranking analisa o total de 411 municípios brasileiros (7,38% do universo de municípios)”, representando apenas aqueles “com população acima de 80 mil habitantes de acordo com a estimativa do IBGE para o ano de 2020”.

Antes de aprofundar os números de Mogi - que em 2020 estava na 82ª colocação-, é preciso entender o estudo, que chegou neste 2021 à sua segunda edição. A ideia do CLP é gerar dados que apoiem “os líderes públicos brasileiros nas tomadas de decisão, com foco na melhoria da gestão das cidades”.

São “65 indicadores, organizados em 13 pilares temáticos e 3 dimensões: instituições, sociedade e economia”, consta no site oficial.  Na avaliação, são considerados os seguintes pilares: “Inovação e dinamismo econômico”, “Educação”, “Saúde”, “Sustentabilidade fiscal”, “Funcionamento da máquina pública”, “Telecomunicações”, “Saneamento”, “Capital Humano”, “Segurança”, “Inserção econômoca” e “Meio Ambiente”. Veja, na foto abaixo, extraída do site do ranking, qual é o peso de cada um destes índices.

(Reprodução - Site do Ranking de Competitividade dos Municípios)

Na página de cada cidade, são destacados os “potenciais”. No caso de Mogi das Cruzes, aparece o “acesso à Educação”, por exemplo, na 38º posição. O índice é positivo, considerando o total de cidades que participaram do estudo. Mas houve queda de 16 posições em relação ao último ano.

O cenário é parecido em “sustentabilidade fiscal”: posição 51º, com queda de 13. Mas, não há somente quedas. A “segurança” de Mogi está na 77ª colocação, com elevação de 28 posições em relação a 2020. E houve aumento considerável na “qualidade da saúde”, que saltou 98 posições, atingindo 117º em 2021.

Também são listados os “desafios do município”, ou seja, os piores índices de cada cidade avaliada. Em Mogi, precisam ser melhorados os seguintes itens: “funcionamento da máquina pública”, “inserção econômica”, “acesso à saúde”, “telecomunicações”, “capital humano”, “inovação e dinamismo econômico”.

 O que diz a Prefeitura

A reportagem de O Diário entrou em contato com a Prefeitura de Mogi para entender o que poderia ter feito a cidade cair 27 posições no ranking de um ano para o outro.

O secretário de Planejamento e Gestão Estratégica, Lucas Porto, ainda concederá entrevista sobre o assunto a este jornal, mas por enquanto a administração municipal "lembra que o levantamento está em sua segunda edição e utiliza indicadores referentes a 2020 – portanto, da gestão anterior".

A nota encaminhada ainda mostra que "desde o início de 2021, a atual administração tem trabalhado na implementação de quatro eixos estratégicos de atuação, que são Preparação para Próxima Geração; Cidade Inteligente e Sustentável; Cidade Orientada por Pessoas; Mogiano trabalhando em Mogi".

O texto destaca que desde janeiro 2021, quando o prefeito Caio Cunha (PODE) assumiu a gestão, "várias conquistas já foram obtidas em diversas áreas, que certamente se refletirão em resultados positivos nas próximas edições do ranking".

A resposta é encerrada com a citação de "outras ações" que "estão sendo desenvolvidas", com "reflexos que certamente impactarão a vida dos mogianos de forma positiva, com impactos igualmente importantes nas futuras medições do levantamento".

 Dados

Veja a seguir os números, inclusive o ranking regional, e a comparação deles aos parâmetros de 2020. E para ter acesso aos dados completos, o link é https://municipios.rankingdecompetitividade.org.br/.

 POTENCIAIS DE MOGI DAS CRUZES

“Acesso à Educação”: 38º (queda de 16 posições)

"Qualidade da Educação": 113º (queda de 01 posição) 

"Sustentabilidade Fiscal”: 51º (queda de 13 posições)

"Segurança": 77º (elevação de 28 posições)

"Qualidade da Saúde": 117º (elevação de 98 posições)

"Saneamento”: 117º (elevação de 06 posições)

"Meio ambiente”: 114º (sem queda ou elevação)

 DESAFIOS DE MOGI DAS CRUZES

“Funcionamento da máquina pública”: 275º (com queda de 06 posições)

“Inserção econômica”: 226º (com queda de 06 posições)

"Acesso à saúde”: 219º (com elevação de 06 posições)

"Telecomunicações": 204º (com queda de 06 posições)

"Capital Humano": 183º (com elevação de 06 posições)

“Inovação e dinamismo econômico”: 138º (com queda de 06 posições)

 COLOCAÇÃO GERAL NO BRASIL - MUNICÍPIOS DO ALTO TIETÊ

Mogi das Cruzes – 109º (queda de 27 posições em relação a 2020)

Arujá – 114º (queda de 28 posições em relação a 2020)

Suzano – 171º (elevação de 5 posições em relação a 2020)

Poá – 214º (queda de 74 posições em relação a 2020)

Ferraz de Vasconcelos – 257º (elevação de 4 posições em relação a 2020)

Itaquaquecetuba – 283º (queda de 4 posições em relação a 2020)

*Biritiba Mirim, Guararema, Salesópolis e Santa Isabel não entraram no ranking, por ter menos de 80 mil habitantes cada

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