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TRANSPORTE PÚBLICO

Começa a valer a tarifa de R$ 5 em Mogi; Prefeitura prepara mudanças

Desde a zero hora deste domingo (9), os passageiros do sistema de transporte municipal pagam novo valor: 93 mil pessoas utilizam os ônibus por dia na cidade

O DiárioPublicado em 09/01/2022 às 08:03Atualizado há 7 dias
Usuário mogiano de ônibus já paga R$ 5 para circular no sistema de transporte público / Divulgação PMMC
Usuário mogiano de ônibus já paga R$ 5 para circular no sistema de transporte público / Divulgação PMMC

Desde a zero hora deste domingo (9), os usuários do sistema de transporte de Mogi das Cruzes já paga a tarifa de R$ 5, reajustada após dois anos. A Prefeitura estuda mudanças para melhorar horários e itinerários e detalhes das alteranções seão divulgados.

O reajuste é de 11,1%, ou seja R$ 0,50. A tarifa não era reajustada desde 2019 e as negociações para o aumento no preço foram acompanhadas por mudanças, como o fim da isenção do ISS para as concessionárias do serviço, CS Brasil e Princesa do Norte. 

Por dia, o sistema municipal atende 93 mil passageiros em média, sendo 32 usuários por viagem, e um total de 195 ônibus.

Esses dados estão em uma plataforma disponibilizada pela Prefeitura, onde é possível acessar informações e sobre o transporte municipal (acesse aqui) 

A cidade aplicou o menor reajuste na região do Alto Tietê.

O valor da tarifa do transporte coletivo era R$ 4,50. O penúltimo reajuste havia ocorrido em janeiro de 2019, quando o valor passou de R$ 4,10 para R$ 4,50. Com a pandemia, redução da frota e da circulação de passageiros, o preço foi mantido durante praticamente dois anos.

Uma consulta pública deve ordenar as mudanças planejadas, que miram reduzir os intervalos de espera pelos ônibus e outras melhorias. 

Houve uma ameça de paralisação de trabalhadores das empresas, que foi contida durante o processo de ajuste no valor do serviço, impactado pela inflação e alta dos combustíveis e insumos.

As empresas requeriam um valor entre R$ 7,04 e R$ 7,08. para compatibilizar os custos com os preços de insumos que impactam no custo do sistema, como combustíveis, pneus, lubrificantes e folha de pagamento.

Em uma das declarações sobre a questão, o prefeito Caio Cunha defendeu: “Mogi das Cruzes sempre teve a tarifa mais cara da região do Alto Tietê. As análises foram feitas de forma bem criteriosa para mudar esta realidade, com o menor índice de correção possível para definir um valor para que o sistema consiga se sustentar”.

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