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REPORTAGEM ESPECIAL

Avenida Yoshiteru Onishi terá três pontes sobre o Córrego Lavapés

Acessos vão facilitar o escoamento no sistema viário que irá eliminar a rotatória da Praça Kazuo Kimura

Eliane José
11/03/2022 às 16:25.
Atualizado em 13/03/2022 às 13:22

A primeira das pontes deverá ser a que dá continuidade à rua aberta no terreno da Julio Simões. A segunda será bem próxima desta, no cruzamento com a rua Newton Straube, ao lado de uma escola e do prédio do Habib’s. A terceira ficará na continuidade da rua Antenor Leite da Cunha (a do Cenforpe) (Reprodução)

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REPORTAGEM ESPECIAL

Avenida Yoshiteru Onishi terá três pontes sobre o Córrego Lavapés

Acessos vão facilitar o escoamento no sistema viário que irá eliminar a rotatória da Praça Kazuo Kimura

Eliane José
11/03/2022 às 16:25.
Atualizado em 13/03/2022 às 13:22

A primeira das pontes deverá ser a que dá continuidade à rua aberta no terreno da Julio Simões. A segunda será bem próxima desta, no cruzamento com a rua Newton Straube, ao lado de uma escola e do prédio do Habib’s. A terceira ficará na continuidade da rua Antenor Leite da Cunha (a do Cenforpe) (Reprodução)

O Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) já autorizou a construção de três pontes sobre o Córrego Lavapés, na avenida Yoshiteru Onishi, entre a Praça Kazuo Kimura e a rua Antenor Leite da Cunha (onde está o Cemforpe), segundo a Prefeitura de Mogi das Cruzes. Esses acessos integram o sistema viário planejado para eliminar a rotatória conhecida como “do Habib’s” e permitir melhor escoamento do tráfego da região que receberá, no futuro, um empreendimento multifuncional em 13 quadras que serão abertas no terreno de propriedade da família Julio Simões, nas proximidades dos ginásios municipais e o Terminal Rodoviário Geraldo Scavone. 

A implantação desse novo complexo de prédios residenciais e comerciais será paulatinamente e vem sendo prospectada há alguns anos. Ainda no papel, o adensamento é levado em consideração na análise do secretário municipal de Planejamento Urbano, Claudio de Faria Rodrigues, sobre as apostas para a mobilidade dos futuros moradores, trabalhadores e usuários dessa região, além das milhares de pessoas que já circulam por esse perímetro entre o Centro Cívico, Mogilar e Nova Mogilar. Para se ter uma ideia, cerca de 90 mil veículos cruzam a rotatória por dia.

“É uma região em franco desenvolvimento urbanístico por onde passam, hoje, milhares de pessoas em carros, ônibus, caminhões, motos e bicicletas. As obras visam melhorar uma situação presente e prepara a cidade para o futuro”, comenta Rodrigues acrescentando que os projetos do Viva Mogi (antigo Ecotietê), que preveem a criação de avenidas no trecho leste da cidade, também fazem parte dessa meta viária planificada para mitigar problemas como a lentidão e congestionamentos em certos horários do dia.

O que já se pode cravar é que o projeto de expansão da região à direita da Yoshiteru Onishi (onde, no passado, funcionou o Depósito Municipal, Demapo) trará elementos urbanístico e estético opostos ao processo que ocorreu com a margem esquerda, onde os prédios têm a parte frontal para a praça Assumpção Ramires Eroles, e os fundos para a avenida.

No processo de aprovação dos novos edifícios, a Prefeitura defende a criação de calçadas largas e quadras abertas para privilegiar a convivência e o acesso do pedestre, ou seja, as conhecidas fachadas ativas com o conceito de uma cidade mais gentil, acolhedora e segura.

As pontes 
Com a utilização da via aberta entre as avenidas Ismael Alves dos Anjos e a Yoshiteru Onishi, nascerão opções para o escoamento do tráfego quando as três pontes estiveram prontas. 

A primeira das pontes deverá ser a que dá continuidade à rua aberta no terreno da Julio Simões. A segunda será bem próxima desta, no cruzamento com a rua Newton Straube, ao lado de uma escola e do prédio do Habib’s. A terceira ficará na continuidade da rua Antenor Leite da Cunha (a do Cenforpe) (confira o desenho).

Apesar dessa projeção, mudanças poderão ser adotadas, segundo destaca a arquiteta Cristiane Ayres Contri, secretária de Mobilidade Urbana. Os estudos para sanear os conflitos estão em andamento e o comportamento do motorista poderá redirecionar decisões.

Quem paga
Além de contar com o aval do DAEE para construir as pontes, a Prefeitura analisa o projeto feito pela empresa Atlântica Construções, Comércio e Serviços, concessionária do Terminal Rodoviário de Mogi das Cruzes Geraldo Scavone. A Prefeitura não divulga os valores das obras, que serão pagos pela Atlântica, como forma de compensação pela concessão da rodoviária mogiana e a exploração de novos espaços comerciais, autorizados pelo governo municipal.

Sem prazo
A falta de horizonte sobre quando, enfim, a rotatória será totalmente eliminada se deve a situações como o andamento, em conjunto, dos preparativos para itens como a semaforização, a construção de canteiros e baias, e serviços como os previstos no Córrego Lavapés, no próprio Viva Mogi.

Esse córrego será alvo de trabalhos contra enchentes em pontos como a Praça Francisco Cardoso Mello Freire (dos Enfartados, como é chamada). Está em encaminhamento a licitação para ampliar o tamanho das tubulações e corrigir os estrangulamentos causadores dos alagamentos. Essa obra está estimada R$ 70 milhões e pode começar ainda neste ano. Com isso, o sistema de drenagem do córrego será reestruturado, afirma o secretário de Planejamento.

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