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REPORTAGEM ESPECIAL

Até que enfim! Programa 'Viva Mogi!' criará rede cicloviária de 30km na cidade

Programa 'Viva Mogi!': Mais do unir os novos parques, os trinta quilômetros de ciclovias e ciclofaixas prometem conectar Mogi

Heitor Herruso
28/08/2021 às 08:01.
Atualizado em 28/08/2021 às 08:01

Nesta página O Diário apresenta as rotas atualmente previstas, que foram obtidas de plantas preliminares desenhadas pelo poder público (Arte: O Diário)

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REPORTAGEM ESPECIAL

Até que enfim! Programa 'Viva Mogi!' criará rede cicloviária de 30km na cidade

Programa 'Viva Mogi!': Mais do unir os novos parques, os trinta quilômetros de ciclovias e ciclofaixas prometem conectar Mogi

Heitor Herruso
28/08/2021 às 08:01.
Atualizado em 28/08/2021 às 08:01

Nesta página O Diário apresenta as rotas atualmente previstas, que foram obtidas de plantas preliminares desenhadas pelo poder público (Arte: O Diário)

*Essa matéria faz parte de uma série de reportagens especiais sobre o 'Viva Mogi' (veja links abaixo)

Trinta quilômetros de ciclovias e ciclofaixas previstas no programa ‘Viva Mogi!’ prometem implantar uma “rede cicloviária” até então nunca vista na cidade. Mais do que conectar os novos parques por meio de um Corredor Ambiental Ecológico Sustentável (CAES), a promessa é que os caminhos interconectados levem a outros eixos também.

A prefeitura está desenhando as rotas em parceria com a sociedade civil, sobretudo com representantes de coletivos de ciclistas. Os principais nomes são Ubirajara Nunes, mais conhecido como Bira, do Coletivo MTB Mogi, Jair Pedrosa, do BiciMogi e a educadora física e instrutora em treinamento multifuncional para atletas de esportes de aventura, Patrícia Maria.

Nesta matéria O Diário apresenta as rotas atualmente previstas, que foram obtidas de plantas preliminares desenhadas pelo poder público. O objetivo de todos os traçados é, segundo o secretário municipal de Planejamento e Urbanismo, Claudio de Faria Rodrigues, “garantir uma rede de mobilidade ativa onde as pessoas vão poder sair de casa e se deslocar de maneira segura”.

(Arte: divulgação)

Os traçados ainda podem sofrer alterações, a depender do resultado dos estudos de mobilidade encomendados pelo “Viva Mogi!’. Três empresas participam desta concorrência (número 026/20). Aquela que vencer a licitação realizará a prestação de “serviços especializados de engenharia consultiva na elaboração de estudos técnicos preliminares e projetos básicos de mobilidade e desenvolvimento urbano, de saneamento básico e de desenvolvimento socioambiental”. 

Quem vencer apontará as melhores alternativas para o deslocamento viário, priorizando o transporte coletivo e a mobilidade ativa, e detalhará todos os projetos de urbanismo e engenharia para a etapa do licenciamento ambiental e a contratação e execução das obras.

Com a análise, o plano é estabelecer uma ligação entre a “região leste e a região central”, onde o trânsito, hoje, é o grande problema. É por isso que ainda não foram decididas quais ruas e avenidas receberão ciclofaixas (faixa pintada no chão, sem separação física) e quais receberão ciclovias (espaços exclusivos, com separação física).

(Arte: divulgação)

Mas, Claudio garante que os caminhos “vão possibilitar que o pessoal que faz cicloturismo pegue vias mais urbanas e já caia em rotas rurais”, tudo isso com “segurança, mesmo nos trechos urbanizados”.

Toda esta “rede cicloviária” tem mais um objetivo, que vai de encontro ao objetivo primeiro do programa a sustentabilidade. “Incentivamos a mobilidade ativa da ciclovia em detrimento da preferência de carros e transportes individuais. Assim, gastamos menos tempo das pessoas no carro e temos menor contribuição de gás carbônico (CO2) na atmosfera, o que contribui para questões climáticas. Naturalmente as cargas poluidoras de fuga vão para o rio, então (precisamos de) cada vez mais transportes eficientes, trabalhando sobretudo com transportes coletivos”.

Com esta fala, o que o gestor adianta é que o maior apoio às bicicletas é um primeiro passo para o que ele chama de “segunda fase”. “São estudos para estruturar e implementar um terminal de ônibus em César de Souza, além da conclusão do anel viário, na via Perimetral”.

Ciclovias e ciclofaixas

O ‘Viva Mogi! Mobilidade’ vai implantar 30 quilômetros de rede cicloviária, conectando os novos parques por meio de um Corredor Ambiental Ecológico Sustentável (CAES) e construindo uma passarela sobre o rio Tietê. 

Valor das obras: R$ 182.326.872,00 

Vias já existentes que ganharão novas ciclovias/ciclofaixas: avenida Prefeito Carlos Ferreira Lopes, avenida Lothar Waldemar Hoehne, rua Carlos Barattino, avenida Antônio de Almeida, avenida Francisco Rodrigues Filho, rua Euclides da Cunha, rua Pedro Genovês, avenida Floresbal Chacon Martins, avenida Basílio de Magalhães, rua Catarina Carrera Marcatto, avenida Ricieri José Marcatto, avenida Nellusco Lourenço Boratto, avenida Vereador Dante Jordão Stoppa, avenida João XXIII, avenida Major Mello, rua Castro Alves, avenida Presidente Castelo Branco,;

Vias existentes que já têm ciclovias/ciclofaixas: avenida Yoshiteru Onishi, avenida Pedro Romero;
Novas vias com ciclofaixas/ciclovias a serem construídas pelo programa ‘Viva Mogi!’: avenida Parque, passarela de conexão entre os parques;

Não há prazo para a entrega do projeto
* Ruas sujeitas à alteração

 Quer ficar por dentro de todos os detalhes do 'Viva Mogi!'? É só clicar em nossas reportagens especiais, que abordam cada um dos segmentos do programa:

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