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Solidariedade

Após tragédias, doação de cestas básicas cresce no Brasil

Fortes chuvas causaram graves transtornos na Bahia e em Petrópolis

Da reportagem
10/03/2022 às 16:34.
Atualizado em 14/03/2022 às 11:05

Imagem ilustrativa (Joel Muniz/Unsplash)

Tragédias climáticas afetaram diversas regiões do Brasil desde o início do ano. Por isso, a necessidade de ajudar tem crescido, com a doação de cestas básicas , remédios, itens de primeiro socorro e de higiene. Para saber mais sobre o tema, leia mais acerca do histórico de ajuda humanitária no país.

Primeiro, foi a Bahia, com chuvas torrenciais que afetaram a vida de milhares de pessoas. Foram cerca de 30 mortes e mais de 31 mil desabrigados em diversas regiões do estado. A região sul foi a mais afetada, nas proximidades da divisa com Minas Gerais.

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Passadas algumas semanas, foi a vez de Petrópolis, na região serrana do Rio, sofrer com a queda da chuva e as consequências disso na cidade. Já são ao menos 2019 mortos e mais de 200 pessoas desaparecidas até este final de semana. Essa já é considerada a maior tragédia da história de Petrópolis que também foi atingida por temporais em 1988 e 2011.

Desta maneira, muitas pessoas quiseram doar cestas básicas aos mais necessitados, mas nem todos sabiam como montar uma cesta. A cesta básica é um item indispensável para muitas famílias brasileiras.

Além das já citadas tragédias climáticas, ela também teve muito destaque desde o início da pandemia, quando muitas pessoas perderam renda, emprego e ficaram, em alguns casos, sem ter o que comer.

Uma dica importante é pensar que a cesta básica precisa alimentar com o básico e mais importante. Então, os dois primeiros alimentos são arroz e feijão. Mas, é importante estar atento à cultura local para respeitar opções alimentares de cada região do país.

Esse é, aliás, um dos motivos das cestas básicas variarem tanto de um estado para o outro, mas sempre levando em consideração alguns alimentos que são essenciais. Nessa lista estão Óleo de soja, sal, açúcar, café, milho/seleta de legumes, molho de tomate,  macarrão, sardinha ou atum em lata, salsicha, farinha, leite em pó, entre outros.

Como dá para perceber, esses são alimentos ricos em proteínas e vitaminas, que certamente ajudarão a suprir as necessidades proteicas e calóricas dos mais necessitados. Se possível, adicione algumas frutas e verduras para complementar a dieta de forma ainda mais saudável. Mas fique atento, porque esses alimentos são perecíveis e podem prejudicar a cesta básica.

É importante também criar condições para fornecer produtos de higiene. Em uma crise sanitária ou mesmo tragédia ambiental, a necessidade de se limpar não pode ficar em segundo plano. Creme dental, sabonete e papel higiênico são essenciais para a dignidade humana em qualquer situação.

Também é recomendável que a cesta básica contenha alguns produtos básicos para limpeza e organização do espaço, com sabão em barra, detergente, sabão em pó e água sanitária.

Sempre que o objetivo for montar uma cesta básica, é preciso que as empresas ou mesmo pessoas físicas interessadas nisso precisam consultar os melhores preços. Será necessário fazer um pequeno esforço para obter as melhores cotações de preços possível. Uma cesta básica como a descrita neste texto pode ser feita por R$ 250 a R$ 350 a depender da quantidade.

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