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FOLCLORE POLÍTICO

"Ticão": Relógio parado na praça de Suzano ajuda morador das proximidades a não ver o tempo passar

Francisco Quadra Andrez, o “Ticão”, e o relógio da igreja matriz de São Sebastião, em Suzano

Darwin Valente
17/07/2022 às 11:05.
Atualizado em 17/07/2022 às 11:05

Francisco Quadra Andrez, o “Ticão” (Imagem: Arquivo)

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"Ticão": Relógio parado na praça de Suzano ajuda morador das proximidades a não ver o tempo passar

Francisco Quadra Andrez, o “Ticão”, e o relógio da igreja matriz de São Sebastião, em Suzano

Darwin Valente
17/07/2022 às 11:05.
Atualizado em 17/07/2022 às 11:05

Francisco Quadra Andrez, o “Ticão” (Imagem: Arquivo)

Houve um tempo em que o relógio da igreja matriz de São Sebastião, em Suzano, passava mais tempo parado que funcionando. Apesar disso, um morador das proximidades da praça da igreja, seu Bernardo, fazia questão de sentar-se num banco para admirar o relógio.

Francisco Quadra Andrez, o “Ticão”, figuraça da cidade,  se aproximou do morador e perguntou: “Seu Bernardo, há anos que eu vejo o senhor sempre neste banco, lendo o jornal e olhando para a torre da igreja....” “É verdade, respondeu ele e ficou olhando o relógio... “Mas o relógio está sempre parado...” -provocou “Ticão”. E Bernardo, sorridente, responde: “É isso mesmo. Assim, eu tenho impressão que o tempo nunca passa...” 

Aos mal intencionados

Em seu livro sobre José Massa, o autor Fermin Puerta Filho lembra um fato comentado recentemente neste espaço: nos primeiros dias de seu segundo mandato, o prefeito encomendou a um letrista da cidade uma placa com os seguintes dizeres: “Se você é meu amigo, não me peça o que a lei proíbe”. A tal placa foi  colocada, estrategicamente, numa prateleira que ficava atrás uma mesa, no gabinete de trabalho  e lá esteve  durante quatro anos. Assim, quem estivesse sendo atendido por ele teria o tempo todo a visão dos dizeres. Questionado sobre a placa, Massa contou que todas as pessoas que lhe pediam coisas indevidas, de uma forma ou de outra, iniciavam a conversa declarando-se “amigos” do prefeito. Dessa forma, ele já se desobrigava de ter que dar explicações por não atender a tais pedidos. Bastava ele apontar para a parede, às suas costas.

Na cadeia, com lula

Ricardo Boechat, colunista do saudoso ‘Jornal do Brasil’, ganhou muita fama como comentarista da Rádio Band News FM, onde costumava baixar o sarrafo em todo mundo: do presidente  aos integrantes do Congresso e Judiciário.  Após sua morte, na queda do helicóptero onde viajava, os amigos de rádio escreveram um livro contando histórias vividas com ele. Milton Neves, outro “fera” do microfone, contou: Muito gente dizia que Boechat era reclamão. Era mesmo, mas tinha um lado bem-humorado. Recentemente, num evento interno a Band, realizado numa casa de shows em São Paulo, ele foi chamado ao palco e sintetizou bem isso: “Eu quero agradecer a todo mundo, mas principalmente ao Departamento Jurídico da Band. Se não fossem eles, eu estaria na cadeia, junto com o Lula”.

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