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Política continua influenciando na sucessão junto à Diretoria Regional de Ensino de Mogi

Mudanças teriam o dedo de um mogiano, assessor executivo da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e de representantes do tucanato local

Darwin Valente
01/07/2022 às 15:56.
Atualizado em 01/07/2022 às 16:14

Mudança no comando da Diretoria Regional de Ensino de Mogi das Cruzes envolve articulações políticas, a exemplo de outras oportunidades (Foto: arquivo / O Diário)

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Política continua influenciando na sucessão junto à Diretoria Regional de Ensino de Mogi

Mudanças teriam o dedo de um mogiano, assessor executivo da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e de representantes do tucanato local

Darwin Valente
01/07/2022 às 15:56.
Atualizado em 01/07/2022 às 16:14

Mudança no comando da Diretoria Regional de Ensino de Mogi das Cruzes envolve articulações políticas, a exemplo de outras oportunidades (Foto: arquivo / O Diário)

Como em todo processo de sucessão na Diretoria Regional de Ensino de Mogi, além da indiscutível capacidade da escolhida, no caso a professora Maria Gerlania Sousa de Lima, há sempre um componente político por trás da indicação. 

No caso da substituição, a pedido, da antiga diretora, Estela Vanessa de Menezes Cruz, a coluna apurou que houve o dedo de um mogiano, Carlos Lothar Kautza, atual assessor da Secretaria de Estado da Educação e presidente municipal do União Brasil, partido formado pela união do PSL e DEM. 

Fontes ligadas à política mogiana dão conta de que Lothar poderá vir disputar uma vaga na Assembleia Legislativa  nas eleições de outubro próximo.

 “Daniel Verde”

Ainda no caso da nova diretora, há ainda outro componente político de peso. Seu marido, o ex-secretário municipal do Verde e Meio Ambiente de Mogi na administração Marcus Melo, Daniel Teixeira de Lima, também conhecido como Daniel Verde, é alguém que pode ser chamado de tucano histórico, ou raiz. 

Ele está no PSDB, partido do atual governador de São Paulo, desde os tempos de Mário Covas e atualmente integra, ao lado de Melo, o comando do Diretório Municipal do partido em Mogi.

 Daniel, recentemente, também foi indicado para assumir os cargos de membro da Unidade de Gestão de Projetos e coordenador do Programa Municipal VerdeAzul da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, com sede na Capital.

 Aversão tucana

Quanto a Estela Vanessa, a diretora que se foi, era vista com reservas pelos políticos locais, especialmente do PSDB. 

“Nunca consegui falar com ela; não atendia aos políticos; dizia que conseguiu chegar ao cargo por méritos próprios; era ligada ao PT”, afirmou à coluna um dos notórios integrantes da bancada tucana na Câmara, ao comentar a mudança.

O tucano se mostrava muito satisfeito com a troca e ainda apostava todas as suas fichas que Mogi ainda irá ouvir se falar bastante sobre Carlos Lothar Kautza, que já teria interferido em favor dos políticos mogianos no caso do pedágio na Mogi-Dutra, que acabou abortado.

 Curso em Harvard

O prefeito Caio Cunha (PODE) irá ausentar-se do cargo por 10 dias, no período entre 22 e 31 de julho próximo. Viajará para Cambridge, nos EUA, onde se localiza a Universidade de Harvard. 

O prefeito foi selecionado para um curso relativo a um projeto que está sendo implantado em Mogi, voltado para a Educação na Primeira Infância. Trata-se de uma parceria com a fundação holandesa Bernard Van Leer, que também irá bancar os custos da viagem do prefeito.

“Devido a esse projeto, nossa cidade tem recebido investimentos e oportunidades relacionadas à educação na primeira infância”, afirmou o prefeito. 

Segundo Caio, o projeto será a plataforma onde deverá implementar os conhecimentos adquiridos no curso de Harvard”.

 Em campanha

O pré-candidato bolsonarista ao governo de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), não gostou nem um pouco de aparecer empatado na pesquisa Datafolha com o atual governador Rodrigo Garcia (PSDB). “Não levo a sério, nem vejo o Datafolha”, disse ele, em entrevista, revivendo o estilo Bolsonaro, durante visita a Itaquaquecetuba, na sexta-feira (30).

Recepcionado pelo prefeito Eduardo Boigues (PP) e por vereadores, Freitas recebeu o título de Cidadão Itaquaquecetubense, que ele considerou como “uma nota promissória”. “Sou um devedor da região” emendou ele, prometendo pagar quando eleito. 

Falou também sobre a coleta de informações para montar “o melhor plano de governo possível”, mas admitiu que as reivindicações sejam muito parecidas. “Parece que os calos estão apertando, mais ou menos, nos mesmos lugares”, afirmou.

  

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