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Novo diretor anuncia planos para preservar patrimônio histórico

Professor Glauco Riccieli assume a Diretoria de Fomento e Patrimônio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Mogi das Cruzes

Darwin ValentePublicado em 20/07/2021 às 14:37Atualizado há 8 dias
Foto: Francisney Vinhos - Divulgação
Foto: Francisney Vinhos - Divulgação

O professor Glauco Riccieli, conhecido pela sua atuação junto aos alunos da Etec Presidente Vargas, da Fundação Paula Souza, em Mogi, é o atual diretor de Fomento e Patrimônio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

Convidado pelo prefeito Caio Cunha (PODE), ele tomou posse no último dia 23 de junho para estar à frente dos mecanismos e políticas de fomento da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, como a Lei de Incentivo à Cultura e o Programa de Fomento à Arte e Cultura de Mogi das Cruzes (Profac).

 “Nosso objetivo será intensificar o diálogo a respeito desse processo, sanando dúvidas e tornando essas ferramentas ainda mais bem estabelecidas na cidade”, afirma o professor, lembrando a proposta de auxiliar no desenvolvimento dessas duas frentes, escutando as demandas tanto dos artistas e proponentes, que são os diretos beneficiados pela transferência de recursos, até as empresas, que querem incentivar a arte, porém eventualmente ainda têm dúvidas e ressalvas quanto ao processo.

Segundo Riccieli, tudo está sendo realizado conforme diretrizes do Plano Municipal de Cultura, que estabelece metas até o ano de 2030. “Estamos trabalhando em conjunto, para conseguir viabilizar e concretizar as metas no menor tempo possível”, garante.

A chegada do professor à Secretaria de Cultura e Turismo  marca também o retorno às atividades da Diretoria de Patrimônio e, com isso,  “um olhar mais histórico para as questões referentes à preservação do patrimônio mogiano”.  

Para Riccieli, algumas frentes são prioritárias, como os museus, o Arquivo Histórico e também o programa de educação patrimonial, que, segundo ele, busca fazer com que as pessoas enxerguem a cidade como um organismo que precisa ser gerido por todos e não apenas pela municipalidade. “Então, além de fazer com que as pessoas conheçam e valorizem a história da sua cidade, é despertar para o fato de que a preservação e a salvaguarda do patrimônio também são uma demanda de todo cidadão”. 

Sobre o Arquivo Histórico, ele passa no momento por uma readequação e o objetivo, em longo prazo, é fazer a digitalização do acervo e disponibilizar parte dele em um site. 

Outra missão, segundo Riccieli, será dialogar com outros entes e setores que também têm seu patrimônio e seguir atuando em parceria com o Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural Artístico e Paisagístico de Mogi das Cruzes (Comphap), nos assuntos referentes à conservação do patrimônio material e imaterial do município.

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