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Mogiano ouvidor da Polícia recebe o Troféu Raça Negra

Entrega do prêmio a Elizeu Lopes aconteceu na noite de domingo, Casa São Paulo, na Capital, com presenças de políticos e artistas que também foram homenageados

Darwin ValentePublicado em 22/11/2021 às 18:05Atualizado há 7 dias
Álbum de Família – Divulgação
Álbum de Família – Divulgação

O advogado mogiano Elizeu Soares Lopes, 51 anos, ouvidor da Polícia do Estado de São Paulo, foi homenageado, no último domingo, em São Paulo. com o Troféu Raça Negra, como parte das comemorações do Dia da Consciência Negra.  

No cargo há dois anos,  Elizeu recebeu o prêmio ao lado do ex-presidente Michel Temer, de Bruna Bretaz, presidente da UNE,  e de artistas, como Preta Gil, Chico César  e Ludmilla, entre outros. Promovido pela Faculdade Zumbi dos Palmares, o troféu busca reconhecer  os que têm contribuído  com a luta em favor da igualdade racial.  

O evento realizado na Sala São Paulo, foi marcado por discursos contundentes contra o racismo e também em favor da manutenção da Lei de Cotas, que completa uma década em 2022 e deverá ser revisada.

Fragilidade na rede elétrica

O nível de fragilidade do atual sistema de distribuição de energia elétrica pôde ser medido na manhã do último domingo por moradores de algumas ruas do bairro do Mogilar, que ficaram sem luz em suas casas, no período compreendido entre 7 e 10 horas. 

Segundo informações da EDP, empresa encarregada de levar a energia até as residências, o problema teve origem quando um pássaro bateu, inadvertidamente, na fiação elétrica, provocando um curto-circuito que atingiu pelo menos um dos transformadores daquela região.  

Apesar das inúmeras reclamações recebidas pela EDP, o serviço demorou perto de três horas para ser concluído, deixando muitos moradores sem luz, durante todo esse tempo, em plena manhã de domingo.

Crônicas de um advogado criminalista

A coluna agradece o envio, pelo advogado criminalista José Beraldo, de seu primeiro livro. Com 200 páginas, “Crônicas de um Criminalista” traz o relato sobre cerca de 40 julgamentos em que o autor participou como defensor ou acusador, muitos deles ocorridos na região de Mogi das Cruzes. 

Beraldo relata os bastidores de júris relacionados a crimes que ficaram famosos na cidade, um deles relativo ao assassinato das irmãs sansseis por um empregado da casa onde moravam. 

Também estão no livro os casos  do jet ski pilotado por um garoto que matou uma menina na praia de Bertioga; dos skinheads que atacaram um grupo de jovens num trem da CPTM, causando a morte de um deles; e do  serial killer que matou vários moradores de rua com uma machadinha, além de muitos outros  episódios de grande repercussão.

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