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Eleições no Clube de Campo de Mogi terão "chapa paralela"

Advogado João Bosco Camargo de Souza, integrante da atual diretoria, promete lançar uma chapa para concorrer com a de situação, que ele define como "paralela"

Darwin ValentePublicado em 19/07/2021 às 17:03Atualizado há 9 dias
Foto: Arquivo O Diário
Foto: Arquivo O Diário

Marcadas, inicialmente, para a primeira quinzena de outubro, as eleições para escolha da nova diretoria do Clube de Campo prometem fazer jus à tradição de sempre provocarem embates entre grupos da cidade.

Desta vez, a chapa de situação, ligada à atual diretoria, deverá enfrentar  uma novidade: uma “chapa paralela”, encabeçada pelo advogado João Bosco Camargo de Souza. 

Ele evita falar em oposição e, por isso mesmo, adotou a expressão “chapa paralela”, por um motivo muito simples. Bosco é o atual diretor Jurídico do Clube, cargo que exerce há mais de 12 anos.  

Mas prefere prometer “renovação e transparência”, enfatizando a participação dos sócios na retomada das atividades  após o atual período de pandemia, causado pela Covid-19. A coluna não conseguiu contato com os atuais dirigentes do Clube de Campo para que comentassem sobre as eleições, candidaturas e o anúncio da nova chapa, trazida com exclusividade pela coluna.

Bolsonaro, deputados e a LDO

A aprovação pela Câmara dos Deputados do texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) da União, que trouxe embutida em seu conteúdo um vergonhoso aumento no fundo eleitoral a ser utilizado pelos partidos políticos e seus candidatos nas eleições do próximo ano, obteve posições diferentes entre os deputados da região que participaram da votação. 

O federal Roberto de Lucena (PODE) foi o único a votar contra o projeto. 

Os outros três - Marco Bertaiolli (PSD), Márcio Alvino e Katia Sastre  (ambos do PL) - votaram favoráveis ao projeto do governo. 

Bolsonaro deixou o hospital criticando a inclusão da elevação de R$ 2 bi para R$ 5,7 bi no fundo,  como “casca de banana” que teria sido colocada para que o governo levasse a culpa pelo exagerado aumento.

O presidente foi rebatido pelo vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), citado nominalmente por ele, por haver presidido a sessão que aprovou a LDO e, por consequência, o que os políticos de Brasília chamam de "jabuti".

Ramos não aceitou as críticas e desafiou o presidente a vetar o aumento. Nesta segunda-feira (19), pela manhã, o presidente voltou a atacar Marcelo Ramos

Crematório para Mogi

As reuniões promovidas pela Prefeitura para discutir a instalação de um crematório em Mogi das Cruzes tem contado com uma participação de um representante da NGK do Brasil. 

Segundo consta, a empresa estaria interessada em diversificar sua atuação no País para o  mercado de crematórios, que pode ser uma excelente alternativa, já que há interesse de muitos municípios de contar com um equipamento desse tipo.

No caso específico de Mogi das Cruzes, a cidade espera, há muito tempo por um investimento desse tipo, já que as opções  para os mogianos encontram-se atualmente em São Paulo, Guarulhos e São José dos Campos.

Empresários da cidade já manifestaram interesse em construir tal equipamento, mas nenhum dos planos que chegaram a ser anunciados foram levados adiante.

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