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Advogado de Mogi é autor de guia que indica os caminhos da acessibilidades

De autoria do mogiano Cid Torquato em parceria com a advogada Juliana Abrusio, acaba de ser lançado o “Guia Prático de Acessibilidade e Inclusão Digital”

Darwin ValentePublicado em 10/12/2021 às 07:44Atualizado há 2 meses
Cid Torquato é autor (ao lado da advogada Juliana Abrusio) do Guia Prático de Acessibilidade / Arquivo Pessoal
Cid Torquato é autor (ao lado da advogada Juliana Abrusio) do Guia Prático de Acessibilidade / Arquivo Pessoal

Transformar a acessibilidade  no 18º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU) é o desafio lançado pelo mogiano Cid Torquato junto com a advogada Juliana Abrusio, por meio do Guia Prático de Acessibilidade e Inclusão Digital,  lançado nesta quarta-feira (8), em São Paulo, pelo Legal Grounds Institute, mais conhecido pela sua antiga denominação: Instituto LGPD.

Atualmente, são 17 os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, um conjunto de metas a ser adotado em todo o mundo como estratégia para pôr um fim à pobreza, garantir a qualidade do meio ambiente e do clima, e ainda que as pessoas, em qualquer ponto do planeta, possam desfrutar de qualidade de vida, com paz e prosperidade.

Ao propor a inclusão da acessibilidade como um novo item dos apelos patrocinados pelas Nações Unidas, a dupla Torquato e Abrusio criou o guia,  em parceria com um escritório de advocacia da Capital e duas entidades, um pequeno livro com quatro capítulos onde estão várias diretrizes que orientam a construção de conteúdos  e sistemas que irão  favorecer diretamente a acessibilidade digital.

O guia trata de temas que vão desde o histórico e benefícios da inclusão digital, até as diretrizes e boas práticas de acessibilidade. 

A obra também defende a importância da participação e engajamento de organizações públicas e privadas, assim como de toda a sociedade no processo de inclusão digital.

Depois de detalhar caminhos que podem colaborar para tornar o mundo digital mais acessível, a publicação traz ainda, como posfácio, um artigo escrito pelo próprio Cid Torquato em parceria com a jornalista Ciça Cordeiro, onde ambos ressaltam a importância da acessibilidade para todos:

“É preciso promover o acesso e acessibilidade à informação, à comunicação, aos sistemas de tecnologia, a serviços e instalações públicas ou privadas, ao lazer, ao trabalho, à saúde, à educação, com segurança e autonomia, possibilitando o uso de espaços,mobiliários, equipamentos urbanos, edificações e transportes, o que beneficiaria a todos, sem exceção, mas, de forma estrutural, às pessoas com deficiência, idosos com mobilidade reduzida, seus familiares e amigos”, dizem eles.

“A falta de recursos de acessibilidade gera um impacto negativo no ambiente. Precisamos de um esforço conjunto de todas as partes interessadas, criando oportunidades iguais. Com a união de organizações internacionais, governos, empresas privadas, ONGs, indústrias, sistemas de educação, investidores, professores e todos os cidadãos será possível adotar soluções para eliminar todas as barreiras. Pensar em acessibilidade é um dever de todos nós! É a prova da plena cidadania e de que estamos no caminho do desenvolvimento. Portanto, se os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares,possam desfrutar de paz e de prosperidade, a acessibilidade precisa constar na lista,” garantem Torquato e Cordeiro.

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