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INFORMAÇÃO DOMINGO (2)

A mais recente história de Geraldo Alckmin

O causo envolvendo um político interiorano com dificuldade de leitura, foi contado em Suzano, durante a festa de aniversário do médico Jorginho Abissamra

DARWIN VALENTEPublicado em 22/10/2021 às 17:55Atualizado há 1 mês
Lana Camargo - Divulgação
Lana Camargo - Divulgação

Em sua recente visita a Suzano, na última segunda-feira (18), o ex-governador Geraldo Alckmin discursou no aniversário do médico  Jorginho Abissamra e não deixou de contar mais um de seus famosos causos.

Dessa vez, foi a história de um político que sempre teve dificuldades em ler as fichas com os nomes das autoridades presentes em solenidades onde ele teria de discursar.

Para não seguir o protocolo e apressar o seu discurso, ele foi aconselhado a encurtar as saudações, limitando-as a duas citações. 

Por exemplo, se o evento fosse em um hospital, diria “doutores e doutoras”.

Em algum outro local menos específico, diria apenas “senhoras e senhores”.

Tudo ia bem, até que foi chamado às pressas para um evento num cemitério da cidade.

Ele, então não pensou duas vezes. Deixando as fichas de lado, ele pensou rápido e lascou: “Meus conterrâneos e subterrâneos”. 

A solenidade terminou ali mesmo.

Coice de mula

Sebastião Nery, o decano do folclore político, conta que José Machado, gordíssimo, uns 150 quilos, fazendeiro e chefe político das antigas, em Macaé, no Rio de Janeiro, não entrava em carro de jeito nenhum. Tinha medo. 

Logo após a Revolução de 30, Getúlio Vargas foi a Campos, também no Rio, e mandou chamar  Machado, que chegou montado numa mula catrava de estimação. 

O presidente sabia como agradar a seus aliados, muitas vezes dando a eles certas atribuições que nem lhes cabiam. “Coronel Machado, saiba que considero a sua opinião muito importante. E, por isso mesmo, quero saber, com a sinceridade que é de seu feitio habitual: o que o senhor está achando deste meu governo?” 

E o coronel, de ego inflado até não caber mais, respondeu bem ao modo dos matutos: “O caçador é bom, doutor Getúlio. A cachorrada é que não presta”.

Padre na fronteira

Esta quem contou foi o consultor e analista político dos bons, Gaudêncio Torquato, em suas “Porandubas Políticas”:  

“Padre Aneiko, deputado estadual pelo PDC, vinha do Paraguai quando, na fronteira de Foz do Iguaçu, encontrou duas velhas amigas que lhe pediram para passar uns perfumes de contrabando. 

O religioso os arrumou no cinturão, sob a batina. E ao chegar à alfândega, a lei das probabilidades entrou em ação e ele foi abordado diretamente por um fiscal.

“Alguma mercadoria, padre?”

E ele: “Não, nenhuma”.

E o fiscal: “Padre, e embaixo da batina?” 

E ele  responde: “O que eu tenho aqui embaixo é dessas moças. O senhor fiscal quer ver?” 

O fiscal não quis e todos passaram tranquilamente..

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