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Pesquisa aponta que pandemia atrapalhou experiência de jovens na universidade

Chegg.org entrevistou mais de 17 universitários em 21 países, incluindo o Brasil

Agência Educa Mais Brasil
11/05/2022 às 21:38.
Atualizado em 11/05/2022 às 21:38

A Chegg.org, organização sem fins lucrativos e uma das responsáveis pelo Global Student Prize, ouviu mais de 17 mil universitários em 21 países, incluindo o Brasil, sobre quais os impactos da pandemia de Covid-19 na vida acadêmica deles. (Divulgação)

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Pesquisa aponta que pandemia atrapalhou experiência de jovens na universidade

Chegg.org entrevistou mais de 17 universitários em 21 países, incluindo o Brasil

Agência Educa Mais Brasil
11/05/2022 às 21:38.
Atualizado em 11/05/2022 às 21:38

A Chegg.org, organização sem fins lucrativos e uma das responsáveis pelo Global Student Prize, ouviu mais de 17 mil universitários em 21 países, incluindo o Brasil, sobre quais os impactos da pandemia de Covid-19 na vida acadêmica deles. (Divulgação)

Mais de 17 mil universitários em 21 países, incluindo o Brasil, participaram uma de pesquisa promovida pela Chegg.org, organização sem fins lucrativos e uma das responsáveis pelo Global Student Prize. O levantamento questionou aos participantes sobre quais os impactos da pandemia de Covid-19 na vida acadêmica deles.

Entre os entrevistados, 60% acreditam que o período de distanciamento social “arruinou” sua experiência na faculdade e universidade, e 39% responderam que a crise sanitária causada pela pandemia “prejudicará permanentemente suas perspectivas de emprego”. Além desse assunto, o levantamento questionou aos jovens de 18 a 21 anos sobre mudanças climáticas, desigualdades sociais e problemáticas ambientais.

“Neste novo estudo global da Chegg.org, os alunos em nível superior foram questionados sobre suas esperanças, medos e bem-estar em geral. Acreditamos que os dados resultantes podem ajudar governos, empresas e instituições de ensino superior a apoiar melhor os alunos nesta era de Covid e após”, afirma o presidente e CEO da Chegg.org, Dan Rosensweig. 

O desempenho dos professores no ensino a distância durante a pandemia também foi analisado pelos universitários na pesquisa. Pouco mais da metade (54%) aprova o trabalho dos docentes nesta modalidade. Quanto às dívidas com educação, um quarto dos estudantes ouvidos comenta que possuem débitos ou empréstimo relacionado aos estudos, fato que contribui para a procura de apoio médico devido à ansiedade causada pelo problema.

Entre os 1.030 estudantes brasileiros entrevistados, 47% gostaria que faculdade/universidade oferecesse mais ensino a distância caso as mensalidades tivessem redução de valor por isso. Para 48%, o diploma deveria levar menos tempo para ser conquistado, se o valor fosse mais acessível. 

Além do Brasil, outros países que participaram da pesquisa foram: Argentina, Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Quênia, Malásia, México, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Espanha, Turquia, Reino Unido, EUA e Rússia.

*Com informações do Instituto Porvir

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