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Pesquisa aponta que desempenho de meninas em Matemática melhorou

Dados da Unesco mostram que a diferença de gênero desaparece ao longo do percurso escolar

Agência Educa Mais Brasil
04/05/2022 às 22:54.
Atualizado em 04/05/2022 às 22:54

Para a Unesco, o combate às desigualdades de gênero deve ser feito considerando os diversos dados disponíveis e envolvendo diversos atores sociais (Divulgação)

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Pesquisa aponta que desempenho de meninas em Matemática melhorou

Dados da Unesco mostram que a diferença de gênero desaparece ao longo do percurso escolar

Agência Educa Mais Brasil
04/05/2022 às 22:54.
Atualizado em 04/05/2022 às 22:54

Para a Unesco, o combate às desigualdades de gênero deve ser feito considerando os diversos dados disponíveis e envolvendo diversos atores sociais (Divulgação)

Um relatório realizado pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), divulgado nesta semana, aponta que o desempenho de meninas matriculadas na educação básica melhorou na disciplina de Matemática, diminuindo a diferença em relação aos meninos.

O estudo analisou as diferenças de gênero em 120 países, incluindo o Brasil. A disparidade reduziu nos últimos 20 anos, mesmo em países mais pobres e, em alguns locais, as meninas superaram os meninos nesta área.

O documento de gênero anual da Unesco analisou dados do ensino fundamental e médio, tanto de desempenho, quanto de permanência na escola. Em relação à Matemática, os dados indicam que os meninos têm um desempenho melhor do que as meninas, nos primeiros anos do ensino fundamental, mas essa diferença de gênero desaparece ao longo do percurso escolar.

"Nos últimos 20 anos, avanços gigantescos foram feitos na educação de meninas e mulheres. Hoje, praticamente tanto meninas quanto meninos podem ter acesso à aprendizagem e completar os estudos – a diferença entre os gêneros é agora inferior a 1%", afirmou, no relatório, a diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay.

Para a Unesco, o combate às desigualdades de gênero deve ser feito considerando os diversos dados disponíveis e envolvendo diversos atores sociais, como políticos, pais, comunidades, empresas e líderes religiosos.

"A reforma da igualdade de gênero na educação não pode ser feita apenas pelo governo sozinho, ela requer a atenção de todos os atores", destaca a organização.

*Com informações da Agência Brasil

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