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EDUCAÇÃO

Conhecimento de estudantes na área de exatas será avaliado por exame internacional a partir de 2023

Prova será aplicada para alunos do 4º e 8º ano no ensino fundamental

Agência Educa Mais Brasil
03/06/2022 às 15:02.
Atualizado em 03/06/2022 às 15:02

A expectativa é de que além de possibilitar uma visão sobre a situação da educação brasileira, o exame colabore a recuperar aprendizagens perdidas durante a pandemia (Foto: divulgação)

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EDUCAÇÃO

Conhecimento de estudantes na área de exatas será avaliado por exame internacional a partir de 2023

Prova será aplicada para alunos do 4º e 8º ano no ensino fundamental

Agência Educa Mais Brasil
03/06/2022 às 15:02.
Atualizado em 03/06/2022 às 15:02

A expectativa é de que além de possibilitar uma visão sobre a situação da educação brasileira, o exame colabore a recuperar aprendizagens perdidas durante a pandemia (Foto: divulgação)

O Ministério da Educação (MEC) anunciou ontem (2) a adesão ao Estudo Internacional de Tendências em Matemática e Ciências (TIMMS, sigla em inglês), exame que mede a evolução dos estudantes do 4º e do 8º ano do ensino fundamental nas áreas de exatas. Segundo o órgão, o exame será aplicado a cada quatro anos para se ter uma base de comparação sobre a evolução alcançada pelos estudantes ao longo do período.

Com isso, o Brasil se junta a outros 60 países que aplicam o TIMMS nas escolas. Na ocasião, o ministro Victor Godoy revelou os planos e o que é esperado com a aplicação do estudo: “Participaremos desta 8ª edição ano que vem, para avaliar e compreender melhor a educação do Brasil e [para vermos] como nos posicionamos em relação aos demais países. Não só avaliaremos o percurso acadêmico e profissional [dos estudantes], mas o próprio desenvolvimento sociocognitivo”, disse.

A expectativa é de que além de possibilitar uma visão sobre a situação da educação brasileira, o exame colabore para recuperar aprendizagens perdidas durante a pandemia. Ainda conforme o ministro, “serão resultados úteis para governo, escolas e professores que ajudarão na recuperação das aprendizagens perdidas durante o processo da pandemia”.

Para a diretora da escola Ágape, no Ceará, Ana Gláucia Calixto, a iniciativa é positiva e, na sua opinião, deveria ter começado há muito mais tempo. “Há anos deveriam ter pensado nisso. Essas pesquisas são válidas, pois a partir delas é possível saber como está a educação básica que é de suma importância para o estudante ter um bom ensino médio, já que as séries do ensino fundamental são a base para ter um bom ensino médio. O aluno tem que chegar lá na frente com uma boa base para lembrar o que viu no fundamental I”, argumenta. 

A profissional ajudou na condução de pesquisas sobre a educação básica no Ceará, juntamente com outros professores, e diz que fazer essas avaliações periódicas da aprendizagem é importante. Com a pesquisa que fizemos com alunos aqui da região ficou constatado a importância de trabalharmos bem as séries iniciais, principalmente a alfabetização, então o resultado é um norteador para sabermos onde é preciso melhorar”, explica.

Atualmente, no país, há uma avaliação única para toda a educação básica, o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que é aplicado por meio de questionários respondidos pelos professores. A prova avalia o desempenho dos estudantes em várias etapas de ensino e é com base no resultado que se chega ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Tais dados coletados auxiliam o MEC e as secretarias estaduais e municipais de Educação a definirem ações voltadas ao aprimoramento da qualidade da educação no país.

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