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Já ouviu falar em laser vaginal? Dicas da Pat explica

O Laser genital como moderna e eficiente técnica para tratamento da síndrome geniturinária

Dicas da PatPublicado em 23/10/2021 às 21:19Atualizado há 7 dias

Nova denominação para atrofia vulvo-vaginal /atrofia genital, condição muitas vezes progressiva podendo se tornar crônica que se manifesta como diminuição da espessura da mucosa vulvo-vaginal muitas vezes devido à queda dos níveis de estrogênio, o que pode ocorrer na menopausa, no pós parto, durante a amamentação, assim como nos tratamentos oncológicos, pós cirúrgicos , radioterapia e quimioterapia, entre outras situações 

Essas situações podem causar alterações no epitélio vaginal e no trato geniturinário como afinamento da mucosa, elevação do PH e diminuição da lubrificação, o que leva aos sintomas de secura, dor, ardência, prurido, sangramento após atividade sexual e após exame e coletas ginecológicas, além de sintomas semelhantes à infecção urinária e perda urinária por estresse.

O laser de CO2 fracionado, por meio de ação térmica controlada no tecido vaginal, aumenta a espessura do epitélio, reduz o PH, restaura a flora vaginal, melhora o fluxo sanguíneo local e a produção de colágeno, reestabelecendo a hidratação, a elasticidade e devolvendo o tônus muscular vaginal, e assim proporcionando conforto na relação sexual e impactando positivamente na qualidade de vida.

Este procedimento poderá ser indicado também para casos de incontinência urinária, já que leva à melhora   do tônus muscular local, assim como tratamentos de HPV , liquen e inúmeros tipos de lesões vulvovaginais entre tantas indicações.

Em estudos internacionais, mais de 90% das pacientes submetidas a tratamento com laser vaginal para ficaram satisfeitas ou muito satisfeitas com o procedimento e relataram mínimos efeitos colaterais como desconforto local, vermelhidão e inchaço que melhoraram em até 2 dias.