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CELULOSE E EUCALIPTO

Suzano anuncia compra de empresas em 4 estados por US$ 667 milhões

Operação totaliza US$ 667 milhões, montante a ser pago entre 2022 e 2023, e está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e da Assembleia de Acionistas da Suzano

O Diário
09/05/2022 às 10:09.
Atualizado em 11/05/2022 às 08:49

A operação totaliza US$ 667 milhões, montante a ser pago entre 2022 e 2023 (Divulgação)

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto e com atuação na região do Alto Tietê, anuncia o contrato para a aquisição da totalidade das participações societárias detidas por empresas titulares de ativos imobiliários e negócios nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Bahia e Espírito Santo, envolvendo uma área de 206 mil hectares. A operação totaliza US$ 667 milhões, montante a ser pago entre 2022 e 2023, e está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e da Assembleia de Acionistas da Suzano, a ser convocada para apreciação da matéria.

A operação visa ampliar a eficiência operacional da Suzano, em linha com sua estratégia de ser referência em competitividade global na produção de celulose, bem como garantir e melhorar o aproveitamento e custo de base florestal em regiões estratégicas às suas operações no longo prazo. Quase a totalidade das operações das empresas adquiridas já é explorada pela Suzano por meio de contratos de parceria florestal celebrados em 2013.

“A Suzano possui atualmente um custo de dívida bastante competitivo e disponibilidade de caixa para adquirir esses ativos e garantir, dessa forma, uma maior eficiência operacional e menor dependência de madeira de terceiros no longo prazo. Isto porque, com a fusão, tais áreas tornaram-se ainda mais estratégicas para a nova companhia”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka.

A negociação prevê que aproximadamente 50% do montante será pago após a conclusão da transação e o restante será desembolsado um ano após o primeiro pagamento.

“A Suzano tem um balanço financeiro sólido, de forma que a transação não representa risco para o Grau de Investimento, dado que o montante não é significativo e será desembolsado em parcelas”, complementa o diretor executivo de Finanças e Relações com Investidores e Jurídico, Marcelo Bacci.

Ao final de 2021, a Suzano possuía dívida líquida de US$ 10,4 bilhões e liquidez de US$ 5,1 bilhões. A alavancagem da empresa, em dólares, estava em 2,4 vezes a relação entre dívida líquida e EBITDA ajustado.

Celulose

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel.

Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos.

Saiba mais em www.suzano.com.br

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