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BALANÇO

Produção da indústria brasileira recua 0,6% em agosto, diz IBGE

Índice eliminou avanço de 0,6% registrado em julho

Agência Brasil
05/10/2022 às 15:47.
Atualizado em 05/10/2022 às 15:48

Volume de contratações pela indústria do Alto Tietê fechou o primeiro quadrimestre com o saldo positivo de 321 empregos (Divulgação - Miguel Ângelo)

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Produção da indústria brasileira recua 0,6% em agosto, diz IBGE

Índice eliminou avanço de 0,6% registrado em julho

Agência Brasil
05/10/2022 às 15:47.
Atualizado em 05/10/2022 às 15:48

Volume de contratações pela indústria do Alto Tietê fechou o primeiro quadrimestre com o saldo positivo de 321 empregos (Divulgação - Miguel Ângelo)

A produção industrial brasileira caiu 0,6% em agosto deste ano na comparação com o mês anterior, o que eliminou o avanço de 0,6% registrado em julho. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada hoje (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A indústria também registra quedas de 0,1% na média móvel trimestral de 1,3% no acumulado do ano e de 2,7% em 12 meses. Por outro lado, foi observada uma alta de 2,8% na comparação de agosto deste ano com o mesmo período do ano passado.

A queda de julho para agosto foi puxada por oito das 26 atividades pesquisadas, com destaques para produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-4,2%), produtos alimentícios (-2,6%), indústrias extrativas (-3,6%) e produtos têxteis (-4,6%).

“Com esse resultado, o setor industrial ainda se encontra 1,5% abaixo do patamar pré-pandemia, ou seja, fevereiro de 2020, e 17,9% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011”, explica o pesquisador André Macedo.

Por outro lado, 18 atividades industriais tiveram alta e impediram um resultado mais negativo para a indústria brasileira, entre eles máquinas e equipamentos (12,4%) e veículos automotores (10,8%).

Duas das quatro grandes categorias econômicas da indústria tiveram queda: bens de consumo semi e não duráveis (-1,4%) e bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (-1,4%).

As altas ficaram por conta dos bens de consumo duráveis (6,1%) e dos bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (5,2%).

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