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CAGED

Mogi e Suzano lideram geração de empregos na região em agosto

Mogi desacelerou, mas manteve o saldo de empregos no azul com geração líquida de 543 postos

Fábio Palodette
29/09/2022 às 16:25.
Atualizado em 29/09/2022 às 22:08

Grupamentos de serviço e comércio lideraram geração de empregos em Mogi no mês passado, aponta Caged (Foto: arquivo / O Diário)

Perdendo parte do fôlego, mas ainda no azul, Mogi das Cruzes registrou a geração líquida (admissões menos demissões) de 543 postos de trabalho em agosto último. O resultado vem de 5.172 contratações e 4.629 desligamentos. O balanço do mês foi puxado mais uma vez pelos setores comércio e serviço. A agropecuária foi o único que ficou no 'vermelho'. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência nesta quinta-feira (29).

Diferente do mês anterior, Mogi foi superada por Suzano. Todas as cidades da região acabaram com saldo positivo e criaram reunidas 2.262 vagas (leia mais abaixo). 

Desde dezembro do ano passado, Mogi das Cruzes não tem saldo negativo de empregos. A contratação de 543 postos é positiva, mas menor ao observado no balanço anterior: em julho a cidade bateu o recorde do ano - e da região - com o saldo de 1.181 vagas com carteira de trabalho assinada

No acumulado do ano, Mogi das Cruzes, acumula a geração de 6.137 postos de trabalho, aponta o Caged.

Na cidade, quatro dos cinco segmentos analisados registraram saldos positivos em agosto.

O grupamento de serviços liderou as contratações: o saldo encerrou o mês positivo com mais 288 vagas. Na sequência estão comércio e indústria, com mais 169 e 69 postos cada, respectivamente. 

Na lanterna aparecem os setores da construção, que acabou o mês com três postos a mais do que começou. Já a agropecuária teve mais desligamentos e acabou com saldo negativo em 13 vagas, aponta o balanço do Caged. 

No balanço anterior, Mogi havia gerado mais empregos que Suzano. Desta vez, foi a cidade vizinha que saiu na frente, com saldo positivo de 647 vagas. 

Região

No Alto Tietê o saldo de empregos também ficou posito: foram 2.262 vagas de emprego liquídas. 

Além da criação 647 vagas em Suzano e 543 em Mogi, Arujá aparece na terceira colocação do ranking regional, com 314 novos postos. 

Ferraz de Vasconcelos também encerrou o mês no azul, com 185 novos postos firmados. Na sequência estão Poá (174), Itaquaquecetuba (140), Santa Isabel (121), Guararema (104), Salesópolis (21) e Biritba Mirim (13).

Panorama nacional

O mercado formal de trabalho apresentou em agosto a geração líquida (admissões menos demissões) de 278.639 empregos. Embora positivo, o saldo representa queda de 25% na comparação com o registrado em igual período do ano passado, que foi de 372.265, reforçando a tendência de desaceleração na geração de vagas com carteira assinada em 2022.

Entre janeiro e agosto, foram abertos 1,853 milhão de postos, considerando dados ajustados (declarações dos empregadores fora do prazo). No mesmo período de 2021, o saldo estava em 2,173 milhões de empregos (leia mais).

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