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Exportações no Alto Tietê crescem 36% no segundo quadrimestre

No período, a Região negociou mais de US$ 680 milhões com mercado externo; Estados Unidos foi o principal parceiro comercial.

O Diário
23/09/2022 às 10:56.
Atualizado em 23/09/2022 às 15:50

Nos oito primeiros meses de 2022, o Alto Tietê exportou US$ 680,3 milhões em produtos (José Paulo Lacerda - CNI)

O volume de produtos exportados pelas cidades do Alto Tietê apresentou alta de 36,2% no segundo quadrimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2021. O número indica a melhora da atividade industrial da Região, que no intervalo teve os Estados Unidos como o principal parceiro comercial. Os dados divulgados pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), indicam ainda, um avanço de 15,4% no nível de importações.

O bom desempenho da balança comercial pode ser notado pela corrente de comércio regional (exportações e importações) que registrou uma variação positiva de 22,4% em comparação com o resultado de janeiro a agosto do ano passado.

Nos oito primeiros meses de 2022, o Alto Tietê exportou US$ 680,3 milhões em produtos, enquanto no mesmo intervalo de 2021, este número foi de US$ 499,3 milhões. Já o volume de exportações saiu de US$ 977,6 milhões no ano passado para US$ 1.127,7 bilhão agora.

As principais remessas feitas pelos municípios que compõem a área de abrangência do CIESP Alto Tietê (Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis e Suzano) foram máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, que representam 21,2% dos negócios fechados. Em seguida, aparece papel e cartão com 19,4% da fatia de exportação e máquinas, aparelhos e materiais elétricos com 8,7% dos produtos negociados com o mercado externo.

Em compensação, os itens mais importados no período foram máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (21,3%), veículos automóveis, tratores (16,9%) e produtos farmacêuticos (9,9%).

Entre janeiro e agosto, os principais importadores de produtos do Alto Tietê, além dos americanos, responsáveis por comprar 22,9%% de tudo que foi exportado pelas indústrias da Região, aparecem os argentinos com 15,4% e os chilenos com 8,4%. Por outro lado, os países com que as cidades fizeram mais negócios foram China (18,6%), Japão (14,2%) e Alemanha (13%).

"O crescimento das exportações vai ao encontro do resultado do PIB que alcançou alta de 1,2% no segundo trimestre, puxado pelo avanço de 2,2% da indústria. Sabemos que o otimismo precisa ser visto com certa dose de cautela, pois o setor ainda está fragilizado e vem de um período desafiador", analisou o diretor regional do CIESP Alto Tietê, José Francisco Caseiro.

Somando todos os resultados das diretorias do CIESP,  o estado de São Paulo fechou o segundo quadrimestre com US$ 49.282 bilhões em exportações, aumento de 34,6% se comparado com os US$ 36.622 bilhões do ano passado. O volume de importações também apresentou crescimento, saindo de US$ 44.220 bilhões em 2021 para US$ 54.144 bilhões agora, uma variação de 22,4%.

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