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Mercado de Trabalho

Comércio mogiano termina primeiro semestre com avanço nas contratações

De janeiro a junho, o setor alcançou um saldo de 149 postos de trabalho, já que 1.068 pessoas foram contratadas e 919 foram desligadas.

O Diário
02/08/2022 às 10:09.
Atualizado em 02/08/2022 às 10:18

ACMC avalia que dados do Caged são um dos indicadores da recuperação gradual da economia (Arquivo O Diário)

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Comércio mogiano termina primeiro semestre com avanço nas contratações

De janeiro a junho, o setor alcançou um saldo de 149 postos de trabalho, já que 1.068 pessoas foram contratadas e 919 foram desligadas.

O Diário
02/08/2022 às 10:09.
Atualizado em 02/08/2022 às 10:18

ACMC avalia que dados do Caged são um dos indicadores da recuperação gradual da economia (Arquivo O Diário)

O comércio mogiano encerrou o primeiro semestre de 2022 com resultado positivo na geração de empregos. De janeiro a junho, o setor alcançou um saldo de 149 postos de trabalho. No período, 1.068 pessoas foram contratadas, enquanto, 919 foram desligadas. Ao todo, o setor emprega 22.522 trabalhadores, ocupando a posição de segundo maior empregador da cidade. Para a Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC), os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), são um dos indicadores da recuperação gradual da economia.

Embora o saldo de empregos neste ano seja 2,7% maior que o registrado no mesmo período de 2021, quando o número era de 145 empregos, este não é o único aspecto positivo que deve ser levado em consideração. O nível de contratação também cresceu de um intervalo para outro. Nos seis primeiros meses do ano passado, 828 pessoas foram admitidas, uma variação de 28,9% em relação aos seis primeiros meses de 2022. Agora, se analisarmos os dados de contratação de 2020, início da pandemia, os números são ainda mais acentuados. Na época, o comércio apresentou saldo negativo de 55 empregos.

O avanço das contratações pelo setor acompanha o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em julho. A pesquisa apontou o otimismo dos empreendedores pelo quarto mês consecutivo, alcançando 123,1 pontos no período.

Mais confiantes, 77,2% dos empresários pretendem aumentar o quadro de funcionários nos próximos meses. "Os resultados do primeiro semestre são frutos também da injeção de crédito realizada pela liberação do FGTS e da antecipação da primeira parcela do décimo terceiro de aposentados e pensionistas. Agora, apesar da inflação e do aumento dos juros, as expectativas para o segundo semestre são positivas, pois temos pela frente datas importantes para o comércio. A ampliação do Auxílio Brasil até dezembro, também significa mais dinheiro circulando", avaliou a presidente da ACMC, Fádua Sleiman.

Para a presidente, a estimativa é que as contratações continuem em ritmo positivo. "As festas de fim de ano, tradicionalmente, são conhecidas pelo período de contratação de temporários. A Black Friday ganhou força nos últimos anos, por isso, parte dos comerciantes já começa a contratar em novembro. O aumento do nível de emprego representa mais renda, poder de compras e geração de impostos, ingredientes fundamentais para a retomada econômica", destacou.

Capacitação

Preocupada não apenas em aumentar o volume de contratações, mas de contar com mão de obra treinada e antenada nas principais tendências do mercado, a ACMC retoma os cursos no formato presencial. Durante o período da pandemia de Covid-19, as capacitações oferecidas pela entidade se mantiveram no modelo online.

"A Associação Comercial volta a oferecer diversos cursos, capacitações e workshops de forma presencial para preparar a mão de obra do comércio. Não adianta apenas vender, é preciso ter pessoas capacitadas para as vendas. Neste semestre temos, por exemplo, cursos de vendas, fluxo de caixa, marketing e vitrinismo, capacitações relevantes para o setor", acrescentou Fádua. Para mais informações, entre em contato pelo telefone 4728-4300. A ACMC fica na rua Barão de Jaceguai, 674, Centro. 

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