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FAZENDA ITAPETY

Com novo residencial, viadutos e novas ruas chegam a César

Fazenda Itapety, empreendimento da Helbor e Alden, é a primeira fase de projeto de alto padrão que marca o inicio do desenvolvimento da área da antiga Fazenda Rodeio: local ganhar ruas, serviços e dois parques no futuro

Eliane José
09/07/2022 às 07:10.
Atualizado em 11/07/2022 às 13:43

MERCADO Cerca de 400 corretores participaram do lançamento das vendas dos primeiros 714 lotes da Fazenda Itapety, que será desenvolvida no projeto composto por 13 fases de construção de imóveis residenciais e comerciais (Divulgação)

Ao apresentar o lançamento de vendas de 714 lotes residenciais da Fazenda Itapety - nome do empreendimento desenvolvido pelas famílias Borenstein e Feffer, representadas pela Helbor Empreendimentos S.A. e Alden Desenvolvimento Imobiliário, pai e filho, Henrique e Henry Borenstein, detalharam mudanças que os moradores da região de César de Souza começam a notar com a implantação de estruturas viárias, já visualizadas por quem passa pelas avenidas Pedro Romero e Francisco Rodrigues Filho. Está surgindo um novo bairro de alto padrão, com terrenos a partir de 420 metros quadrados - quase o dobro da metragem de outros residenciais como o Real Park e o vizinho dali, Bella Cittá, além de sistemas viários, incluindo avenidas e dois viadutos, o Parque Linear do Ribeirão Botujuru e a Reserva Particular do Patrimônio Natural Botujuru (esses, com previsão de acesso para o público não morador).

Desenvolvido ao longo dos últimos 15 anos, ao reunir cerca de 400 corretores de imóveis na manhã desta sexta-feira (8), nas dependências do belíssimo  Club Med Paradise, no distrito de Jundiapeba, o grupo apresentou o residencial, que tem o lançamento das vendas previsto para começar dia 15 de agosto -, era um momento esperado pelo mercado imobiliário.

Considerado um dos maiores lançamentos na atualidade marcada pelo encolhimento do ritmo de obras e vendas por causa da recessão e pandemia - a Helbor viu sair de 85 para 26 o número de empreendimentos em obra -, o Fazenda Itapety é um negócio da associação entre as duas famílias - sendo que os Feffer, da Suzano (papel), são proprietários das terras da antiga Fazenda Rodeio,  e a Helbor, referência no mercado imobiliário.

Esse loteamento é carregado de símbolo por se tratar do primeiro, desse porte, realizado em Mogi, onde a Helbor foi fundada e mantém sua sede. “Em Mogi das Cruzes tudo é diferente porque o nosso coração está aqui”, resumiu Henry.

Localizado no pé e entre as primeiras cadeias de morros da Serra do Itapeti, o futuro bairro nascerá após etapas, como o arruamento, drenagem e saneamento básico. Uma estação de tratamento de esgoto está sendo construída - e será entregue ao poder público municipal.

“Quando nós começamos com esse projeto, nós estávamos mirando o público de Mogi, que tem pouca oferta de lotes de alto padrão. Com a pandemia, a gente percebeu que muita gente de fora, por conta do home office, terá no Fazenda Itapety uma opção de segunda moradia, aliando o lazer e o lugar para o home office. Nós vamos atender o cliente de Mogi, mas também de fora, daqui de perto, inclusive, da nossa própria carteira de clientes”. 

Em uma segunda fase, sem data para ser lançado, virá um bloco comercial, com capacidade para receber serviços e estabelecimentos, como, quem sabe, um hospital, segundo observou Henry.

Ao analisar o potencial e o tempo de desenvolvimento desse plano, Henrique Borenstein o comparou ao crescimento de um filho, lembrando a Riviera de São Lourenço e Alphaville, que levaram décadas para serem efetivados. “Esse projeto é uma reserva de mercado para o município, no futuro, porque o índice de crescimento da cidade é de 2,7% ao ano, que dá entre 5 mil e 6 mil pessoas por ano, de gente que nasce e vive aqui. O que não dá para calcular são as pessoas que vêm de outras regiões, como a zona leste, para a cidade (e que buscarão onde morar)”, prospectou o empresário de 86 anos, visivelmente à vontade ao lançar um plano iniciado em 2011.

O que virá 
Uma futura etapa - em um  setor denominado inicialmente como “cidades”, para o mix de vocação comercial, empresarial e serviços - já é vista por quem passa na região, a caminho de bairros como o Botujuru. Com a infraestrutura viária e de saneamento nascerá antes, todo o bloco, nessa região, que já está sendo construído.

A projeção, a partir dos projetos licenciados junto aos governos do Estado e a Prefeitura, é legar àquela região uma nova área habitável, em cenário verde e com equipamentos ambientais. A área total da Fazenda Rodeio se estende por 10 milhões de m² e, metade desse território utilizado no passado para o plantio de eucalipto, cerca de 5 milhões de m² de remanescentes da floresta da Mata Atlântica, deverão ser preservados de forma perpétua, conforma prescreve a RPPN Botujuru. O restante será objeto de 13 etapas de desenvolvimento de imóveis nas próximas décadas.
Segundo balanço divulgado, R$ 60 milhões foram investidos em obras públicas. Estarão nesse desenho, dois viadutos - o primeiro deles sairá do ponto aterrado, na avenida Pedro Romero, alguns metros à frente da UPA do Rodeio. 

Metro quadrado
Com o início das vendas, nesse semestre, a previsão de entrega é 2025. O valor do metro quadro dos terrenos não foi divulgado durante a coletiva de imprensa, que teve a participação de Fabiana Lex, diretora de Marketing, e Marcelo Bonanata, diretor de Vendas da Helbor.

Padrão
Os futuros moradores irão desfrutar de estruturas típicas de empreendimentos de alto padrão, com a diferença de morar no sopé de uma serra e belezas naturais compostas por esse corredor verde. A aposta dos empreendedores é atender ao morador de Mogi, mas também atrair um nicho de segunda moradia, com o recurso de desfrutar de clube. O  conjunto aquático por exemplo, terá, entre outros, uma “prainha”, piscina coberta, toboágua, playground aquático, quadras de areia, mirante e por aí vai.  “Aqui você vê um empreendimento como criar um filho porque, é algo a longo prazo e para Mogi”, disse Henrique Borenstein.

(Matéria atualizada dia 9,às 8h50)

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