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Criaticidade

Você já ouviu falar em Cidades Criativas?

Uma breve reflexão sobre iniciativas que há no mundo todo e que vale ser colocadas em prática

Josué SuzukiPublicado em 28/07/2021 às 10:55Atualizado em 29/07/2021 às 19:41
Lars_Nissen por Pixabay
Lars_Nissen por Pixabay

Vem de Ana Carla Fonseca, uma especialista no assunto, a melhor  e mais objetiva definição que já ouvi a respeito. Foi durante uma entrevista: “A cidade criativa é aquela que se reinventa permanentemente para se tornar melhor.”

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Simples assim. Mas por que não vemos tal prática na maior parte das cidades brasileiras? Falta de vontade política? Pensamento imediatista de prefeitos, que só pensam nos seus quatro anos?

É fato que muitos gestores deixam a desejar. Mas também é fato que o caminho para as cidades criativas não passa somente pelo poder público. Há exemplos aos montes de lugares onde a iniciativa privada e até a união de comunidades e moradores dão resultado e frutos.

A Unesco tem um  projeto lançado em 2004. Uma rede de Cidades Criativas para promover a cooperação entre as cidades que reconhecem a criatividade como um fator importante no seu desenvolvimento urbano nos aspectos económicos, sociais, culturais e ambientais.

Sobnre o assunto, vamos falar mais. Teremos, inclujsive, em breve, uma entrevista com Ana Carla Fonseca, citada acima, neste canal. Formada em Economia, seu doutorado em Arquitetura e Urbanismo, pela Universidade de São Paulo (USP), propõe a articulação entre cultura, inovação e conectividade para tornar possível um novo modelo de cidade.

Ana Carla também defende que a primeira qiualidade de uma cidade criativa é a inovação. Mas não falamos somente da inovação científica. Inovações arquitetônicas, inovações sociais, enfim, há uma infinidade de situações a se buscar.

Li também que cidades criativas são onde há senso de conforto e familiaridade, a mistura dio velho e do novo, equilíbrio do calmo e vivificante, do risco e da cautela.

Em Mogi temos um cenário perfeito para tal prática. Do velho, do novo, da inovação, do risco, da cautela. Basta olhar o cenário à volta e colocar a vontade em prática. Seja ela política, seja ela da iniciativa privada, seja ela do seu José e da dona Maria.

Mas antes precisamos entender que ainda erramos no básico, desde uma rua mal sinalizada até a falta de assistência a moradores que ainda não conseguem ter acesso ao direito de ser cidadão.

Vamos refletir!

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