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Segurança Patrimonial

Padrão detalha serviços dimensionados para indústria

Atividades abrangem uma série de medidas para proteger os colaboradores e os bens, incluindo dados sensíveis

Especial AGFE
03/11/2022 às 15:42.
Atualizado em 03/11/2022 às 15:42

Um dos aspectos fundamentais é a segurança profissional, qualificada com treinamentos específicos e periódicos (Divulgação / Padrão)

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Segurança Patrimonial

Padrão detalha serviços dimensionados para indústria

Atividades abrangem uma série de medidas para proteger os colaboradores e os bens, incluindo dados sensíveis

Especial AGFE
03/11/2022 às 15:42.
Atualizado em 03/11/2022 às 15:42

Um dos aspectos fundamentais é a segurança profissional, qualificada com treinamentos específicos e periódicos (Divulgação / Padrão)

Com o aumento da criminalidade e da violência, cada vez mais as empresas, centros comerciais, condomínios e até residências têm procurado os serviços da segurança patrimonial. Nas indústrias, não é diferente.

A necessidade de segurança patrimonial é indiscutível. Atualmente, a expectativa de continuidade dos negócios em condições seguras deve ser suficiente para garantir a tranquilidade de todos os colaboradores na indústria. Para esse fim, um bom sistema de segurança, planejado e dimensionado especificamente para as necessidades levantadas, é indispensável.  

“Precisamos entender que segurança patrimonial é o conjunto de atividades que tem como objetivo prevenir e reduzir perdas relacionadas ao patrimônio em uma determinada empresa. Ela está mais ligada às atividades da vigilância. Para a indústria é algo essencial, pois diz respeito a uma série de medidas que visam proteger os bens da organização. Nesse sentido, é importante ressaltar que não são apenas itens materiais que podem estar em risco, mas também recursos humanos e dados sensíveis”, explica Renan Munhoz, gestor operacional de segurança e vigilância da Padrão.

Sidemir Inácio, diretor-presidente do conglomerado Padrão, reforça que “a segurança patrimonial é um dos meios de dissuasão da criminalidade e da violência urbana”. Porém, é necessário reconhecer que há necessidade de um gestor competente para administrá-la. Ele alerta que a contratação de pessoas desqualificadas como, por exemplo, empresas clandestinas de segurança, podem trazer muito mais aborrecimento do que soluções. Além disso, completa, o sistema integrado de segurança é essencial para alcançar objetivos. Tanto mitigar crimes e violência quanto diminuir perdas, evitando furtos, desvios de produtos e sabotagens, entre outros.

 Aspectos fundamentais

A segurança patrimonial não exerce suas atividades fora do perímetro da empresa contratante, ou seja, se a contratada for para uma indústria, a vigilância não poderá, por exemplo, fazer rondas nas calçadas ou andar em volta do quarteirão, como observa o gestor operacional. As ameaças que uma indústria pode enfrentar são diversas. Abrangem furtos, incêndios, assaltos, sabotagens, desvios internos e externos, dentre outros. “Quando uma estratégia de segurança patrimonial está ativa, a história pode ser diferente”, analisa.

Segundo Munhoz, para promover a segurança do empresário, dos bens de valor, dos funcionários e dos dados sensíveis, existem três aspectos fundamentais. Um deles é a segurança estrutural, que diz respeito aos aspectos físicos que tornam um local protegido, como muros, portões, cercas elétricas, etc... O segundo é a segurança eletrônica, que envolve sensores, alarmes, câmeras e outros sistemas de controle e monitoramento. Já o terceiro é a segurança profissional que tem os vigilantes como a base de toda a operação de segurança, desde que qualificados com treinamentos específicos e periódicos para lidar com uma série de situações.

A demanda por segurança privada aumentou ao longo dos anos, como pontua Munhoz, e a prestação de seus serviços deixou de ser exclusividade de instituições financeiras, passando a ter importância fundamental também para as indústrias.

Sidemir detalha que a fiscalização deixou de ser estadual (SSP) para ser federal, por meio do Departamento de Polícia Federal (Ministério da Justiça), em 1995, pela Lei 9.017/95. Com isso, o Departamento de Polícia Federal passou a ser o órgão responsável pela publicação das portarias que estabelecem, dentro dos parâmetros legais, as atividades de segurança privada, fiscalizando e controlando as empresas terceirizadas que exploram esta atividade. De acordo com a Portaria 3233/12, são consideradas atividades de segurança privada vigilância patrimonial, transporte de valores, escolta armada, segurança pessoal e curso de formação.

 Cuidados na contratação

No comando da Padrão desde 1991, Sidemir Inácio chama atenção para os cuidados que uma indústria deve ter na contratação de uma empresa de segurança privada. O primeiro e crucial passo é saber se a empresa é legalizada ou não. É possível fazer essa verificação na página eletrônica do Departamento de Polícia Federal – DPF (www.dpf.gov.br) ou junto ao sindicato patronal do seu estado. Toda empresa de segurança, especializada, pontua ele, possui autorização de funcionamento e certificado de segurança emitido pelo Departamento de Polícia Federal. Para ser certificada, ressalva o executivo, deve cumprir uma série de exigências, desde a escolha do uniforme, aquisição de armas e equipamentos, veículos, entre outros, até a comprovação de idoneidade dos seus proprietários e gerentes.

A Padrão Segurança e Vigilância, empresa do conglomerado Padrão Serviços, é referência na prestação de serviços de segurança patrimonial armada, desarmada, ronda informatizada em tempo real, vigilante rondante com cães adestrados, VSPP (vigilante segurança pessoal privada) e escolta armada, certificação ISO 9001 desde o ano 2000 e selo CRS – Certificado de Regularidade em Segurança pelo SESVESP - Sindicato das Empresas de Segurança Privada, legalmente registrada no Departamento de Assuntos de Segurança Pública da Secretaria da Polícia Federal do Ministério da Justiça.

 Padrão na AGFE

Padrão Serviços é uma das 26 grandes organizações de Mogi das Cruzes e região que integram a Agência de Fomento Empresarial (AGFE). Sócio-fundador da entidade, Sidemir Inácio observa que um dos atributos da AGFE é o potencial de gerar novas oportunidades e qualificação profissional para fazer a economia mogiana crescer. A ideia é que as empresas da região não busquem mão de obra nem serviços em outras cidades.

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