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AÇÃO EM REDE

MGITECH aposta em tecnologias remotas

Há 30 anos no mercado, empresa investe em inovação, com o lançamento de nova versão de solução tecnológica

Carla Olivo
11/06/2022 às 08:51.
Atualizado em 11/06/2022 às 08:51

(Foto: divulgação)

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MGITECH aposta em tecnologias remotas

Há 30 anos no mercado, empresa investe em inovação, com o lançamento de nova versão de solução tecnológica

Carla Olivo
11/06/2022 às 08:51.
Atualizado em 11/06/2022 às 08:51

(Foto: divulgação)

Pioneira em tecnologia de realidade assistida na região do Alto Tietê e no Brasil, a MGITECH, com 30 anos neste mercado e oferecendo soluções integradas de mobilidade que conectam o mundo físico ao digital, aposta no lançamento do Headset Navigator 500, nova versão de wearable (vestível) capaz de aumentar a produtividade e garantir maior agilidade, interação e dinâmica aos processos. O equipamento traz nova plataforma modular e ergonomia que capacita os funcionários a executarem tarefas mantendo as mãos e os campos de visão livres. 

Criada na cidade de Suzano, em setembro de 1991, a MGITECH está em Mogi das Cruzes desde 2017 e acompanha o mercado tecnológico, disponibilizando soluções inovadoras. “Investimos neste tipo de ferramenta chamada de wearable, ou vestível, que vai destravar muito o potencial das pessoas que trabalham em campo. E agora, como a tecnologia está evoluindo, entrando em um novo patamar, com o 5G e equipamentos que têm mais recursos neste momento em que as pessoas estão acostumadas a trabalhar remotamente, acabamos de lançar esta nova versão de óculos de realidade ampliada que aumenta muito as possibilidades”, explica Tiago De Sordi Ferreira, CEO da MGITECH e sócio-fundador da Agência de Fomento Empresarial (AGFE), entidade criada para desenvolver o potencial econômico de Mogi.

Ele destaca que as indústrias já consomem muito este tipo produto, principalmente para manutenção de seus equipamentos dentro e fora da fábrica, além de empresas de distribuição de energia elétrica, quando a equipe de trabalho está em campo para realizar serviços de manutenção, mas as novas tecnologias permitiram o avanço em outras áreas, inclusive na Medicina. 

Tiago De Sordi Ferreira, CEO da MGITECH e sócio-fundador da Agência de Fomento Empresarial (AGFE) (Foto: divulgação)

“Acabamos de vender este equipamento para uma médica fazer treinamento remoto, não apenas teórico, mas também mostrando as técnicas. Os detalhes, qualidade de imagem e velocidade, para a área de Medicina, não eram permitidos pelas tecnologias anteriores. Estamos saindo do momento em que havia aplicações mais limitadas e começamos a ter um universo de aplicações muito mais poderosas. Primeiramente, estávamos muito em manutenção e, agora, começamos a ter soluções voltadas também à Medicina, separação de materiais, entre outras, com soluções totalmente hands-free (sem uso das mãos). O operador faz tudo por comando de voz, recebe as informações pela tela e consegue operar todo o tempo com as mãos livres, o que traz produtividade, segurança e agilidade”, aposta Tiago. 

Cada vez mais utilizada para o trabalho remoto ou descentralizado, a tecnologia dos vestíveis, que incluem óculos, relógios, fones de ouvidos, entre outros equipamentos, na avaliação do CEO da MGITECH, vai revolucionar a interação das pessoas com o mundo digital. “São três pilares: as tecnologias, que evoluíram muito; o 5G que permite trabalhar com mais velocidade e segurança; e a cultura, já que aprendemos a trabalhar de maneira descentralizada, com uma pessoa em um lugar e outra em outro, colaborando em tempo real”, enfatiza. 

Cada vez mais utilizada para o trabalho remoto ou descentralizado, a tecnologia dos vestíveis, que incluem óculos, relógios, fones de ouvidos, entre outros equipamentos, na avaliação do CEO da MGITECH, vai revolucionar a interação das pessoas com o mundo digital. “São três pilares: as tecnologias, que evoluíram muito; o 5G que permite trabalhar com mais velocidade e segurança; e a cultura, já que aprendemos a trabalhar de maneira descentralizada, com uma pessoa em um lugar e outra em outro, colaborando em tempo real”, enfatiza. 

Além da praticidade e ganho de tempo nas tarefas, a segurança é uma das grandes vantagens da utilização deste tipo de ferramenta. “Na manutenção, quando se consegue fazer tudo com as mãos livres, a pessoa consegue estar muito mais atenta e não precisa ficar olhando para um celular, por exemplo, principalmente na manutenção de um transformador, no alto de um poste, por exemplo. Isso porque, ao tempo da realização de uma operação, a câmera vê o que está acontecendo e corrige se houver algum procedimento errado ou que coloque em risco a saúde. Em uma cirurgia, tem a capacidade de avisar, por exemplo, se o médico está muito próximo de uma artéria. Na manutenção de um equipamento, pode avisar que para aquele procedimento que está sendo executando, a operação não é correta”, detalha Tiago. 

O uso de equipamentos vestíveis, que já era comum principalmente em mentorias remotas, trabalhos de campo de manutenção e inspeção de fábricas, ganhou ainda mais espaço com a pandemia. “Por chamada de vídeo com alguém que está em uma central da empresa, já se recebia ajuda remotamente em um assunto específico, em qualquer lugar que se estivesse. Tivemos, nestes tempos, um caso na Kimberly, que precisava implementar uma máquina nova e os engenheiros não conseguiam viajar ao Brasil para fazer a instalação. Então, a empresa comprou estes óculos e o time de engenharia no Brasil fez toda a instalação através do suporte da equipe da Europa, na primeira fase desta tecnologia dos wearables”, conta

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