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POLÍTICA

Marcos Pontes diz que deixará ministério neste mês para se candidatar a deputado

Ministro tentará vaga na Câmara Federal por São Paulo, pelo PL, mesmo partido de Bolsonaro

O GLOBO
01/03/2022 às 18:03.
Atualizado em 01/03/2022 às 18:05

Marcos Pontes vai disputar eleições por São Paulo (Foto: arquivo / Marcelo Camargo / Agência Brasil)

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Marcos Pontes diz que deixará ministério neste mês para se candidatar a deputado

Ministro tentará vaga na Câmara Federal por São Paulo, pelo PL, mesmo partido de Bolsonaro

O GLOBO
01/03/2022 às 18:03.
Atualizado em 01/03/2022 às 18:05

Marcos Pontes vai disputar eleições por São Paulo (Foto: arquivo / Marcelo Camargo / Agência Brasil)

 O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, confirmou que vai deixar o comando da pasta em março para se candidatar a deputado federal por São Paulo. Ele disputará a vaga na Câmara pelo mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro (PL). 

— Será pelo PL o mesmo do presidente Jair Bolsonaro — disse. 

O ministro participou nesta terça-feira (1) do Mobile World Congress, em Barcelona, onde afirmou que a vacina brasileira estará disponível em nove meses. O evento é o maior do setor de telecomunições e aconteceu de forma presencial pela primeira vez em dois anos por conta da pandemia.

Pontes não é o único ministro que deixará o governo Bolsonaro para se candidatar neste ano. No mês passado, Bolsonaro anunciou que vai realizar uma reforma ministerial no dia 31 de março, quando 11 ministros deverão deixar o governo para disputar as eleições.

O ministro das Comunicações, Fabio Farias, desitiu, porém, de concorrer ao Senado pelo Rio Grande do Norte, abrindo caminho para a candidatura de Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).

Outros que miram uma vaga no Senado são Flávia Arruda (Secretaria de Governo), no Distrito Federal; Gilson Machado (Turismo), em Pernambuco; e Tereza Cristina (Agricultura), em Mato Grosso do Sul.

E três ministros devem disputar governos estaduais: Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), em São Paulo; João Roma (Cidadania), na Bahia; e Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), no Rio Grande do Sul.

O ministro da Justiça, Anderson Torres, é pré-candidato a deputado federal pelo Distrito Federal. Também analisam a possibilidade de entrarem na disputa Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) e Marcelo Queiroga (Saúde). Na semana passada, mesmo sem confirmar a candidatura, Damares disse que o estado de preferência para concorrer seria o Amapá e afirmou ao senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), seu possível adversário, que está "chegando".

— São seis estados. Eu gostaria de sair candidata pelos seis, ter seis cadeiras, ter seis gabinetes. Mas, como eu não posso, eu estou orando para saber se eu serei e por qual estado — disse a ministra, citando quatro estados: — São vários. Roraima, tem Sergipe, Amapá. São Paulo. Os outros dois eu não me lembro.

Também na semana passada,  o ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, se antecipou e fez o pedido de passagem para a reserva remunerada, com objetivo de acelerar decisões sobre seu futuro político. Ainda sem partido definido, ele pretende disputar um cargo de deputado federal pelo Rio de Janeiro. Segundo pessoas próximas, o ex-ministro recebeu convite de cinco partidos com a possibilidade de se candidatar ao Senado e à Câmara pelo Rio de Janeiro, Amazonas e Roraima. Porém, a tendência é que ele concorra a uma vaga na Câmara pelo Rio.  PL ou pelo PP são os partidos preferidos pelo militar. (O repórter viajou a convite da Huawei)

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